Kiko Nogueira: A Laza Jato já tem um monumento à vaidade e à estultice

"As presepadas de Deltan Dallagnol se resumem, ao fim e ao cabo, a esse fator humano: sua necessidade patológica de aparecer", escreve o jornalista Kiko Nogueira, no Diario do Centro do Mundo. "Essas conversas intermináveis, as palestras, as entrevistas, dão a certeza de que o Luan Santana da força tarefa simplesmente não trabalhava", critica

Deltan Dallagnol
Deltan Dallagnol (Foto: Pedro de Oliveira/ ALEP)
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247 - "As presepadas de Deltan Dallagnol se resumem, ao fim e ao cabo, a esse fator humano: sua necessidade patológica de aparecer", escreve o jornalista Kiko Nogueira, no Diario do Centro do Mundo. De acordo com o jornalista, "Dallagnol é um jeca deslumbrado. Seu fanatismo se origina do que fato de que não entende uma palavra real do que está na Bíblia, mas quer ser o pastor batista Wesley Safadão". 

"Na revelação mais recente da Vaza Jato, ele surge em diálogos defendendo que 'precisamos de estratégias de marketing' em grupo de conversa com colegas em maio de 2016", destaca Nogueira. "Deltan precisa ser lembrado do óbvio porque não o enxerga. Essas conversas intermináveis, as palestras, as entrevistas, dão a certeza de que o Luan Santana da força tarefa simplesmente não trabalhava. Ou melhor, sua obra em progresso era o culto à própria personalidade", critica. 

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