Kotscho: “1958, o ano em que o mundo descobriu o Brasil”

"Em 1958, quando o Brasil ganhou sua primeira Copa do Mundo, Juscelino Kubitschek entrava no seu terceiro ano de governo, a Bossa Nova e o Cinema Novo começaram a fazer sucesso aqui e no exterior", escreve o jornalista Ricardo kotscho; "Foi o ano de afirmação do Brasil como Nação", afirma; de acordo com o blogueiro, "voltamos a ser um país anão e o mundo esqueceu o Brasil, 60 anos depois de descobri-lo"

"Em 1958, quando o Brasil ganhou sua primeira Copa do Mundo, Juscelino Kubitschek entrava no seu terceiro ano de governo, a Bossa Nova e o Cinema Novo começaram a fazer sucesso aqui e no exterior", escreve o jornalista Ricardo kotscho; "Foi o ano de afirmação do Brasil como Nação", afirma; de acordo com o blogueiro, "voltamos a ser um país anão e o mundo esqueceu o Brasil, 60 anos depois de descobri-lo"
"Em 1958, quando o Brasil ganhou sua primeira Copa do Mundo, Juscelino Kubitschek entrava no seu terceiro ano de governo, a Bossa Nova e o Cinema Novo começaram a fazer sucesso aqui e no exterior", escreve o jornalista Ricardo kotscho; "Foi o ano de afirmação do Brasil como Nação", afirma; de acordo com o blogueiro, "voltamos a ser um país anão e o mundo esqueceu o Brasil, 60 anos depois de descobri-lo" (Foto: Leonardo Lucena)

247 - "Em 1958, quando o Brasil ganhou sua primeira Copa do Mundo, Juscelino Kubitschek entrava no seu terceiro ano de governo, a Bossa Nova e o Cinema Novo começaram a fazer sucesso aqui e no exterior, Brasília era plantada no cerrado, a Ford inaugurava sua primeira fábrica no Brasil", escreve o jornalista Ricardo kotscho.

"Foi o ano de afirmação do Brasil como Nação, no embalo de um povo feliz e orgulhoso, a época de ouro em que largamos o complexo de vira-latas e demos início a um círculo virtuoso na economia, na cultura e na política", diz.

De acordo com o blogueiro, "voltamos a ser um país anão e o mundo esqueceu o Brasil, 60 anos depois de descobri-lo". "Em lugar de Juscelino Kubitschek na Presidência da República, temos hoje o sorumbático bacharel Michel Temer _ e não é preciso dizer mais nada. Não quero estragar o Carnaval de ninguém, que não é hora de falar destas coisas deprimentes, mas lembrar as glórias do passado pode nos ajudar a enfrentar as agruras do presente e sonhar com um futuro melhor. Pena que o tempo não volta", continua.

"O Brasil já foi um belo país e, como escreveu José Henrique Fialho no título da sua pesquisa, 'a felicidade parecia bater às portas do Brasil'. Pois é, parecia… 'Tudo certo pra dar merda' é o premonitório nome de um bloco do carnaval carioca citado neste sábado na coluna do filósofo popular José Simão, na Folha", complementa.

Leia a íntegra no Balaio do Kotscho

 

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