Kotscho: Brasil de Temer está ficando ingovernável

"Ainda faltam 10 meses, longos 300 dias para acabar o mandato do atual presidente, e o Brasil de Temer ficou ingovernável", diz o jornalista Ricardo Kotscho; "Como um piloto enlouquecido na cabine de comando, que perdeu todos os sinais de contato com a terra, Michel Temer abriu novas frentes de confronto. Mesmo governando praticamente sem oposição, o presidente entrou num beco sem saída por excesso de esperteza dos seus marqueteiros"

"Ainda faltam 10 meses, longos 300 dias para acabar o mandato do atual presidente, e o Brasil de Temer ficou ingovernável", diz o jornalista Ricardo Kotscho; "Como um piloto enlouquecido na cabine de comando, que perdeu todos os sinais de contato com a terra, Michel Temer abriu novas frentes de confronto. Mesmo governando praticamente sem oposição, o presidente entrou num beco sem saída por excesso de esperteza dos seus marqueteiros"
"Ainda faltam 10 meses, longos 300 dias para acabar o mandato do atual presidente, e o Brasil de Temer ficou ingovernável", diz o jornalista Ricardo Kotscho; "Como um piloto enlouquecido na cabine de comando, que perdeu todos os sinais de contato com a terra, Michel Temer abriu novas frentes de confronto. Mesmo governando praticamente sem oposição, o presidente entrou num beco sem saída por excesso de esperteza dos seus marqueteiros" (Foto: Leonardo Lucena)

247 - "Estamos caminhando celeremente para o caos institucional", diz o jornalista Ricardo Kotscho. "Ainda faltam 10 meses, longos 300 dias para acabar o mandato do atual presidente, e o Brasil de Temer ficou ingovernável".

"Desde o final da semana passada, como um piloto enlouquecido na cabine de comando, que perdeu todos os sinais de contato com a terra, Michel Temer abriu novas frentes de confronto. Mesmo governando praticamente sem oposição, o presidente entrou num beco sem saída por excesso de esperteza dos seus marqueteiros", afirma.

"No Congresso Nacional: revoltado por não ter sido consultado sobre a intervenção militar nem sobre o pacote de 15 medidas do 'Plano B' da economia para compensar o sepultamento da reforma da Previdência, o antes dócil presidente da Câmara, Rodrigo Maia, declarou guerra ao Planalto. 'Não li nem vou ler estas medidas'", disse Maia, lembra o jornalista.

"Nos quartéis: a forma açodada e sem nenhum planejamento com que o presidente assinou o decreto da intervenção, também sem consulta prévia ao comando militar, está preocupando a cúpula das Forças Armadas", diz. "No mercado: 'A falta da reforma previdenciária pode levar ao caos a economia brasileira', afirmou um analista da Capital Economics à rádio BBC, citado na coluna de Nelson de Sá, na Folha", acrescenta Kotscho

Leia a íntegra no Balaio do Kotscho

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