Kotscho destaca radicalização “até no palco”

Jornalista Ricardo Kotscho alertou nesta segunda-feira, 21, para o aumento da radicalização política no Brasil; ele mencionou como exemplo a confusão em Belo Horizonte, provocada pelo diretor Cláudio Botelho, durante o espetáculo sobre a obra de Chico Buarque; "A vida real está superando a ficção mais inverossímil", afirma

Jornalista Ricardo Kotscho alertou nesta segunda-feira, 21, para o aumento da radicalização política no Brasil; ele mencionou como exemplo a confusão em Belo Horizonte, provocada pelo diretor Cláudio Botelho, durante o espetáculo sobre a obra de Chico Buarque; "A vida real está superando a ficção mais inverossímil", afirma
Jornalista Ricardo Kotscho alertou nesta segunda-feira, 21, para o aumento da radicalização política no Brasil; ele mencionou como exemplo a confusão em Belo Horizonte, provocada pelo diretor Cláudio Botelho, durante o espetáculo sobre a obra de Chico Buarque; "A vida real está superando a ficção mais inverossímil", afirma (Foto: Aquiles Lins)

247 - O jornalista Ricardo Kotscho alertou nesta segunda-feira, 21, para o aumento da radicalização política no Brasil. Ele mencionou como exemplos o episódio ocorrido em Belo Horizonte, durante o espetáculo "Todos os Musicais de Chico Buarque em 90 Minutos", quando o diretor Cláudio Botelho entrou em conflito com a platéia, após insultar Dilma e Lula, que chamou de ladrões. 

"Cláudio Botelho deixou o teatro protestando: 'Comecei a ficar com medo. Tive que sair escoltado pela polícia. Eu corria o risco de linchamento'. Ao ficar sabendo do que aconteceu, Chico Buarque retirou os direitos de suas músicas que havia cedido ao ator e vetou nova exibição do espetáculo. A vida real está superando a ficção mais inverossímil", afirma.

Kotscho deu ainda como exemplos de intolerância política que está vitimando o País um episódio relatado pelo colunista Ancelmo Góis: "Ontem, um jornaleiro de Ipanema, da banca que fica ali entre as ruas Aníbal de Mendonça e Barão da Torre, disse para uma cliente: 'Bolsonaro para presidente'. Indignada, ela se negou a comprar o jornal. Ele quis bater boca: 'Lula é um ladrão'. Ela retrucou: 'Você é um fascista'. E o barraco estava feito. Calma, gente". 

E mencionou nota do colunista Ilimar Franco sobre o momento político do País. "'Políticos que presenciam a história desde os anos 50 afirmam que só se pode comparar estes dias com o período que antecedeu o suicídio de Getúlio Vargas, em 1954. O pau quebrou', lembrou em sua coluna no domingo o comentarista político Ilimar Franco."

Leia na íntegra o texto de Ricardo Kotscho.

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