Kotscho: grande crise está só começando

Jornalista Ricardo Kotscho alerta que não deverá haver trégua na crise política e econômica do País, caso o Senado aprove o afastamento da presidente Dilma Rousseff no Senado; "As dificuldades de Michel Temer para montar um ministério minimamente respeitável e a disposição de Dilma e do PT de resistir até o fim dos 180 dias previstos para o julgamento final no Senado indicam que teremos dias ainda mais conflituosos e imprevisíveis daqui para a frente", prevê; para Kotscho, os nomes do eventual governo Temer são "mais do mesmo"

Jornalista Ricardo Kotscho alerta que não deverá haver trégua na crise política e econômica do País, caso o Senado aprove o afastamento da presidente Dilma Rousseff no Senado; "As dificuldades de Michel Temer para montar um ministério minimamente respeitável e a disposição de Dilma e do PT de resistir até o fim dos 180 dias previstos para o julgamento final no Senado indicam que teremos dias ainda mais conflituosos e imprevisíveis daqui para a frente", prevê; para Kotscho, os nomes do eventual governo Temer são "mais do mesmo"
Jornalista Ricardo Kotscho alerta que não deverá haver trégua na crise política e econômica do País, caso o Senado aprove o afastamento da presidente Dilma Rousseff no Senado; "As dificuldades de Michel Temer para montar um ministério minimamente respeitável e a disposição de Dilma e do PT de resistir até o fim dos 180 dias previstos para o julgamento final no Senado indicam que teremos dias ainda mais conflituosos e imprevisíveis daqui para a frente", prevê; para Kotscho, os nomes do eventual governo Temer são "mais do mesmo" (Foto: Aquiles Lins)
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247 - O jornalista Ricardo Kotscho alertou nesta quarta-feira, 4, que não deverá haver trégua na crise política e econômica do País, caso o Senado aprove o afastamento da presidente Dilma Rousseff no Senado. 

"As dificuldades de Michel Temer para montar um ministério minimamente respeitável e a disposição de Dilma e do PT de resistir até o fim dos 180 dias previstos para o julgamento final no Senado indicam que teremos dias ainda mais conflituosos e imprevisíveis daqui para a frente", prevê Kotscho.

O ex-secretário de Imprensa do governo Lula atesta que Temer já descobriu que não conseguirá diminuir o número de ministérios para abrigar os partidos que se uniram a ele e a Eduardo Cunha no processo de impeachment. "Seu principal aliado, o PSDB, continua dividido sobre como será sua participação no eventual governo, ora afirmando que não quer cargos, ora pedindo três ministérios de uma vez para contemplar Aécio, Alckmin e Serra, os presidenciáveis tucanos que só pensam no que é melhor para eles, de olho em 2018", afirmou, classificando os nomes do eventual governo Temer como "mais do mesmo".

Leia na íntegra o post de Ricardo Kotscho em seu blog no R7.

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