Kotscho: jornalismo brasileiro perde Alberto Dines, mestre crítico e sonhador

Albert Dines "era, acima de tudo, um grande sonhador, achava que o jornalismo poderia melhorar o mundo ao denunciar as suas mazelas e apontar caminhos para um convívio mais civilizado", diz o jornalista Ricardo Kotscho; "Com lugar garantido na galeria dos grandes protagonistas da imprensa brasileira no último meio século, era um jornalista por vocação, um tipo cada vez mais raro nas nossas redações"

Albert Dines "era, acima de tudo, um grande sonhador, achava que o jornalismo poderia melhorar o mundo ao denunciar as suas mazelas e apontar caminhos para um convívio mais civilizado", diz o jornalista Ricardo Kotscho; "Com lugar garantido na galeria dos grandes protagonistas da imprensa brasileira no último meio século, era um jornalista por vocação, um tipo cada vez mais raro nas nossas redações"
Albert Dines "era, acima de tudo, um grande sonhador, achava que o jornalismo poderia melhorar o mundo ao denunciar as suas mazelas e apontar caminhos para um convívio mais civilizado", diz o jornalista Ricardo Kotscho; "Com lugar garantido na galeria dos grandes protagonistas da imprensa brasileira no último meio século, era um jornalista por vocação, um tipo cada vez mais raro nas nossas redações" (Foto: Leonardo Lucena)

247 - "Acordei nesta terça-feira com uma notícia muito triste, não só para os jornalistas, mas para todos os leitores: perdemos Alberto Dines, um dos grandes mestres da minha geração, que passou a vida tentando melhorar a imprensa brasileira", escreve o jornalista Ricardo Kotscho.

"Generoso e incansável na sua luta por qualidade e ética na prática deste ofício, Dines comandou grandes redações, promoveu reformas que marcaram época, como a do Jornal do Brasil nos anos 60, e criou o Observatório da Imprensa, em 1996, em várias plataformas, a sua grande obra na crítica sistemática aos meios de comunicação no país. Era, acima de tudo, um grande sonhador, achava que o jornalismo poderia melhorar o mundo ao denunciar as suas mazelas e apontar caminhos para um convívio mais civilizado", acrescenta.

Segundo Kotscho, "com lugar garantido na galeria dos grandes protagonistas da imprensa brasileira no último meio século, era um jornalista por vocação, um tipo cada vez mais raro nas nossas redações". "Já fazia muita falta, e agora só nos resta guardar na memória a lembrança do seu convívio sempre comemorado na festa dos seus 80 anos numa cervejaria paulistana, a última imagem que guardo dele".

Leia a íntegra no Balaio do Kotscho

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