Kotscho: mídia ignorou confissão de Temer

"Pois só agora, com o país mergulhado na maior crise política, econômica e moral da sua história, com 415 políticos de 26 partidos citados na mega-delação do propinoduto da Odebrecht, ficamos sabendo oficialmente o que de fato aconteceu naqueles dias que antecederam a votação na Câmara. E quem contou foi o próprio presidente Michel Temer, em entrevista à TV Bandeirantes, levada ao ar na noite de sábado", diz o jornalsta Ricardo Kotscho; segundo ele, a confissão de Temer sobre a vingança de Cunha não mereceram quase nenhuma repercussão na imprensa, mas servirão de base para defesa de Dilma contestar a legalidade do impeachment

"Pois só agora, com o país mergulhado na maior crise política, econômica e moral da sua história, com 415 políticos de 26 partidos citados na mega-delação do propinoduto da Odebrecht, ficamos sabendo oficialmente o que de fato aconteceu naqueles dias que antecederam a votação na Câmara. E quem contou foi o próprio presidente Michel Temer, em entrevista à TV Bandeirantes, levada ao ar na noite de sábado", diz o jornalsta Ricardo Kotscho; segundo ele, a confissão de Temer sobre a vingança de Cunha não mereceram quase nenhuma repercussão na imprensa, mas servirão de base para defesa de Dilma contestar a legalidade do impeachment
"Pois só agora, com o país mergulhado na maior crise política, econômica e moral da sua história, com 415 políticos de 26 partidos citados na mega-delação do propinoduto da Odebrecht, ficamos sabendo oficialmente o que de fato aconteceu naqueles dias que antecederam a votação na Câmara. E quem contou foi o próprio presidente Michel Temer, em entrevista à TV Bandeirantes, levada ao ar na noite de sábado", diz o jornalsta Ricardo Kotscho; segundo ele, a confissão de Temer sobre a vingança de Cunha não mereceram quase nenhuma repercussão na imprensa, mas servirão de base para defesa de Dilma contestar a legalidade do impeachment (Foto: Aquiles Lins)

247 - O jornalista Ricardo Kotscho lembrou que nesta segunda-feira, 17, completa-se um ano que a Câmara Federal autorizou a abertura do pedido de impeachment sem crime de responsabilidade contra a presidente Dilma Rousseff. 

"Pois só agora, com o país mergulhado na maior crise política, econômica e moral da sua história, com 415 políticos de 26 partidos citados na mega-delação do propinoduto da Odebrecht, ficamos sabendo oficialmente o que de fato aconteceu naqueles dias que antecederam a votação na Câmara. E quem contou foi o próprio presidente Michel Temer, em entrevista à TV Bandeirantes, levada ao ar na noite de sábado", diz Kotscho (assista aqui à entrevista de Temer). 

Kotscho lembra que a confissão de Temer sobre a vingança de Cunha não mereceram quase nenhuma repercussão na imprensa, mas servirão de base para o ex-ministro José Eduardo Cardoso, advogado de Dilma, entrar nesta segunda-feira com uma petição ao STF para contestar a legalidade do impeachment.

"Nas voltas que a vida dá, a semana começa com Eduardo Cunha preso em Curitiba e já condenado a 15 anos de prisão, enquanto Dilma Rousseff continua fazendo palestras pelo mundo para denunciar o 'golpe parlamentar' que teria acontecido no Brasil e Michel Temer às voltas com oito ministros investigados pela Lava Jato na Lista de Janot/Fachin. Entre eles, está Bruno Araújo (PSDB-PE), atual ministro das Cidades, autor do voto decisivo dos 367 'sim' a favor do impeachment, que selaram o destino de Dilma. Conhecido pelo codinome 'Jujuba' na planilha da Odebrecht, ele foi acusado de receber R$ 600 mil para defender interesses da empreiteira", diz Kotscho. 

Leia o texto na íntegra no Balaio do Kotscho

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