Kotscho sobre caso Bretas: juízes podem tudo e não aceitam críticas

"Na República da Toga, eles podem tudo, fazem suas próprias leis, não aceitam críticas e são unidos. A denúncia de que o juiz Marcelo Bretas, o 'Moro do Rio', e sua mulher recebem dois auxílios-moradia no valor de mais de R$ 8 mil por mês, embora tenham imóvel próprio, despertou a ira da corporação dos magistrados", diz o jornalista Ricardo kotscho; "No raciocínio da corporação, quem condena o ato imoral do juiz carioca, já que tudo o que eles fazem é legal, também é a favor da corrupção que eles combatem como enviados especiais de Deus", diz

"Na República da Toga, eles podem tudo, fazem suas próprias leis, não aceitam críticas e são unidos. A denúncia de que o juiz Marcelo Bretas, o 'Moro do Rio', e sua mulher recebem dois auxílios-moradia no valor de mais de R$ 8 mil por mês, embora tenham imóvel próprio, despertou a ira da corporação dos magistrados", diz o jornalista Ricardo kotscho; "No raciocínio da corporação, quem condena o ato imoral do juiz carioca, já que tudo o que eles fazem é legal, também é a favor da corrupção que eles combatem como enviados especiais de Deus", diz
"Na República da Toga, eles podem tudo, fazem suas próprias leis, não aceitam críticas e são unidos. A denúncia de que o juiz Marcelo Bretas, o 'Moro do Rio', e sua mulher recebem dois auxílios-moradia no valor de mais de R$ 8 mil por mês, embora tenham imóvel próprio, despertou a ira da corporação dos magistrados", diz o jornalista Ricardo kotscho; "No raciocínio da corporação, quem condena o ato imoral do juiz carioca, já que tudo o que eles fazem é legal, também é a favor da corrupção que eles combatem como enviados especiais de Deus", diz (Foto: Leonardo Lucena)

247 - "Na República da Toga, eles podem tudo, fazem suas próprias leis, não aceitam críticas e são unidos. A denúncia de que o juiz Marcelo Bretas, o 'Moro do Rio', e sua mulher recebem dois auxílios-moradia no valor de mais de R$ 8 mil por mês, embora tenham imóvel próprio, despertou a ira da corporação dos magistrados", diz o jornalista Ricardo kotscho.

"Diante da avalanche de críticas à postura de Bretas nas redes sociais, a Ajuferjes (Associação dos Juízes Federais do Rio de Janeiro e Espírito Santo) se sentiu no direito de partir para o ataque contra os que querem 'denegrir a honra' dos inimputáveis magistrados. No raciocínio da corporação, quem condena o ato imoral do juiz carioca, já que tudo o que eles fazem é legal, também é a favor da corrupção que eles combatem como enviados especiais de Deus", diz.

O blogueiro lembra que "o Conselho Nacional de Justiça proibiu o repasse de verba 'ao magistrado que residir com quem perceba vantagem da mesma natureza', mas uma liminar do ministro Luiz Fux, do STF, em 2014, liberou geral a concessão deste benefício, em 2014".

Segundo o jornalista, "o privilégio concedido por Fux a todos os juízes, que até hoje não foi a votação no plenário do STF, já custou ao país mais de R$ 2 bilhões, e não há menor chance de que este dinheiro possa um dia ser devolvido se a liminar for derrubada". O que se pode esperar de um Supremo Tribunal Federal em que a suprema presidente obedece aos editorais da imprensa para tomar as suas decisões? Entramos na fase do vale tudo, estamos no breu jurídico e institucional.

Leia a íntegra no Balaio do kotscho

 

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