Lauro Jardim: nem a Lava Jato precisa mais de Cunha

“O que sobra agora para Cunha é o seu poder de destruir, ameaçando contar o que sabe. Mesmo esse ativo já não é mais o mesmo. A prisão de Lúcio Funaro, na sexta-feira passada, roubou-lhe esse recurso. Funaro, o seu principal operador para ações heterodoxas, sabe da maior parte do que Cunha poderia revelar numa delação. E, como está preso e já foi delator no mensalão, poderá ele mesmo contar os segredos de Cunha ao Ministério Público Federal. Nesse sentido, nem o MPF precisa de Cunha para avançar na Lava-Jato”, diz 

“O que sobra agora para Cunha é o seu poder de destruir, ameaçando contar o que sabe. Mesmo esse ativo já não é mais o mesmo. A prisão de Lúcio Funaro, na sexta-feira passada, roubou-lhe esse recurso. Funaro, o seu principal operador para ações heterodoxas, sabe da maior parte do que Cunha poderia revelar numa delação. E, como está preso e já foi delator no mensalão, poderá ele mesmo contar os segredos de Cunha ao Ministério Público Federal. Nesse sentido, nem o MPF precisa de Cunha para avançar na Lava-Jato”, diz 
“O que sobra agora para Cunha é o seu poder de destruir, ameaçando contar o que sabe. Mesmo esse ativo já não é mais o mesmo. A prisão de Lúcio Funaro, na sexta-feira passada, roubou-lhe esse recurso. Funaro, o seu principal operador para ações heterodoxas, sabe da maior parte do que Cunha poderia revelar numa delação. E, como está preso e já foi delator no mensalão, poderá ele mesmo contar os segredos de Cunha ao Ministério Público Federal. Nesse sentido, nem o MPF precisa de Cunha para avançar na Lava-Jato”, diz  (Foto: Roberta Namour)

247 – Para o colunista Luro Jardim, nem a Lava Jato precisa mais de Eduardo Cunha:

“O que sobra agora para Cunha é o seu poder de destruir, ameaçando contar o que sabe. Mesmo esse ativo já não é mais o mesmo. A prisão de Lúcio Funaro, na sexta-feira passada, roubou-lhe esse recurso. Funaro, o seu principal operador para ações heterodoxas, sabe da maior parte do que Cunha poderia revelar numa delação. E, como está preso e já foi delator no mensalão, poderá ele mesmo contar os segredos de Cunha ao Ministério Público Federal. Nesse sentido, nem o MPF precisa de Cunha para avançar na Lava-Jato”, afirma.

“Se o processo de cassação de Cunha for votado no plenário, nem ele tem esperança de escapar da degola. Se a cúpula da Câmara brigar com os fatos, tentando salvá-lo, travando a votação, a Lava-Jato se encarregará do futuro de Cunha. Não há saída para ele. É uma questão de tempo”, acrescenta.

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