Lauro Jardim: PGR só aceita delação com Cunha em regime fechado

Segundo o jornalista Lauro Jardim, a Procuradoria-Geral da República aguardaria que Eduardo Cunha (PMDB) fosse julgado e condenado pelas acusações de propina em contatos da Petrobras e de manter contas não declaradas na Suíça, antes de firmar um acordo de delação premiada; "A Procuradoria-Geral da República toparia fechar uma delação premiada com Eduardo Cunha. Mas não há chance de Cunha escapar de alguns anos no regime fechado", disse o jornalista; processo de cassação do mandato de Cunha irá para votação no plenário da Câmara neste mês de agosto

Brasília- DF 13-07-2016 PT-07-2016 Deputado Eduardo Cunha durante depoimento na CCJ da câmara ao lado do seu advogado, Marcelo Nobre. Foto Lula Marques/Agência PT
Brasília- DF 13-07-2016 PT-07-2016 Deputado Eduardo Cunha durante depoimento na CCJ da câmara ao lado do seu advogado, Marcelo Nobre. Foto Lula Marques/Agência PT (Foto: Aquiles Lins)

247 - O jornalista Lauro Jardim, do Globo, divulgou nesta quarta-feira, 20, que mesmo que o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) aceite firmar um acordo de delação premiada, o acordo só seria feito depois que ele fosse julgado e condenado pelas acusações de recebimento de propina em contatos da Petrobras e de manter contas não declaradas na Suíça, processos em que é réu no Supremo Tribunal Federal (STF).

"A Procuradoria-Geral da República toparia fechar uma delação premiada com Eduardo Cunha. Mas não há chance de Cunha escapar de alguns anos no regime fechado", disse o jornalista.

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), já anunciou que o processo de cassação do mandato de Cunha irá para votação no plenário neste mês de agosto. 

Conheça a TV 247

Ao vivo na TV 247 Youtube 247