Livro de Fernando Rosa explica as ações pós-golpe no Brasil

Fernando Rosa escreve seu segundo volume para explicar como os articuladores do golpe contra a presidente deposta Dilma Rousseff (PT) decidiram devastar o País; em "Um golpe americano. Na contramão do mundo", o escritor explica em detalhes os objetivos estratégicos da turma golpista; "Rapidamente, alteraram as regras da exploração do pré-sal, congelaram os investimentos públicos e partiram para acabar com programas sociais", diz o escritor

Fernando Rosa escreve seu segundo volume para explicar como os articuladores do golpe contra a presidente deposta Dilma Rousseff (PT) decidiram devastar o País; em "Um golpe americano. Na contramão do mundo", o escritor explica em detalhes os objetivos estratégicos da turma golpista; "Rapidamente, alteraram as regras da exploração do pré-sal, congelaram os investimentos públicos e partiram para acabar com programas sociais", diz o escritor
Fernando Rosa escreve seu segundo volume para explicar como os articuladores do golpe contra a presidente deposta Dilma Rousseff (PT) decidiram devastar o País; em "Um golpe americano. Na contramão do mundo", o escritor explica em detalhes os objetivos estratégicos da turma golpista; "Rapidamente, alteraram as regras da exploração do pré-sal, congelaram os investimentos públicos e partiram para acabar com programas sociais", diz o escritor (Foto: José Barbacena)

247 - Fernando Rosa escreve seu segundo volume para explicar como os articuladores do golpe contra a presidente deposta Dilma Rousseff (PT) decidiram devastar o País. Em "Um golpe americano. Na contramão do mundo", o escritor explica em detalhes os objetivos estratégicos da turma golpista.

Rapidamente, alteraram as regras da exploração do pré-sal, congelaram os investimentos públicos e partiram para acabar com programas sociais.

Abaixo, a descrição do livro, que já está sendo vendido na Amazon:

Após o afastamento definitivo da presidenta Dilma Rousseff, o golpe de Estado avançou para a execução dos objetivos estratégicos de seus mandantes. Rapidamente, alteraram as regras da exploração do pré-sal, congelaram os investimentos públicos e partiram para acabar com programas sociais.

O plano era virar o ano de 2016 com o programa de destruição implementado e, em seguida, degolar seu executor, o golpista Michel Temer, ainda no primeiro semestre de 2017. No entanto, Temer e seus ministros mais próximos resistiram a armação patrocinada pelo Departamento de Estados dos EUA, com o apoio da Rede Globo.

Com isso, em troca de sua sobrevida, Temer aprofundou as medidas de ataque à soberania nacional, ameaçando o setor elétrico, as terras nacionais e a Amazônia. Na contramão do mundo, em que os países buscam afirmar seus interesses nacionais, no Brasil os golpistas apostam transformar a Nação em colônia servil aos interesses externos.

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