Lula ensina Haddad: nem a Coca-Cola despreza a comunicação

Editoral de Saul Leblon, na Carta Maior, repercute declaração do ex-presidente Lula na convenção do PT de São Paulo, que confirmou a candidatura do prefeito Fernando Haddad à reeleição, sobre a importância de se investir em comunicação; "O prefeito Fernando Haddad cortou em 50% os gastos com a divulgação do seu governo nos quatro anos em que dirigiu a prefeitura da maior cidade do país. Foi repreendido por Lula", relata o texto; "A advertência de Lula aborda, indiretamente, aquele que é o maior obstáculo à superação da encruzilhada brasileira atual. A inexistência real de espaço de comunicação para se debater e escrutinar as bases de um novo ciclo de desenvolvimento. Não é propriamente uma novidade na vida do país", reforça Carta Maior

Editoral de Saul Leblon, na Carta Maior, repercute declaração do ex-presidente Lula na convenção do PT de São Paulo, que confirmou a candidatura do prefeito Fernando Haddad à reeleição, sobre a importância de se investir em comunicação; "O prefeito Fernando Haddad cortou em 50% os gastos com a divulgação do seu governo nos quatro anos em que dirigiu a prefeitura da maior cidade do país. Foi repreendido por Lula", relata o texto; "A advertência de Lula aborda, indiretamente, aquele que é o maior obstáculo à superação da encruzilhada brasileira atual. A inexistência real de espaço de comunicação para se debater e escrutinar as bases de um novo ciclo de desenvolvimento. Não é propriamente uma novidade na vida do país", reforça Carta Maior
Editoral de Saul Leblon, na Carta Maior, repercute declaração do ex-presidente Lula na convenção do PT de São Paulo, que confirmou a candidatura do prefeito Fernando Haddad à reeleição, sobre a importância de se investir em comunicação; "O prefeito Fernando Haddad cortou em 50% os gastos com a divulgação do seu governo nos quatro anos em que dirigiu a prefeitura da maior cidade do país. Foi repreendido por Lula", relata o texto; "A advertência de Lula aborda, indiretamente, aquele que é o maior obstáculo à superação da encruzilhada brasileira atual. A inexistência real de espaço de comunicação para se debater e escrutinar as bases de um novo ciclo de desenvolvimento. Não é propriamente uma novidade na vida do país", reforça Carta Maior (Foto: Valter Lima)

247 - Editoral de Saul Leblon, na Carta Maior, repercute declaração do ex-presidente Lula na convenção do PT de São Paulo, que confirmou a candidatura do prefeito Fernando Haddad à reeleição, sobre a importância de se investir em comunicação.

"O prefeito Fernando Haddad cortou em 50% os gastos com a divulgação do seu governo nos quatro anos em que dirigiu a prefeitura da maior cidade do país. Foi repreendido por Lula na convenção que homologou seu nome à reeleição de São Paulo, no último domingo. O povo brasileiro não tem obrigação de saber’, disse Lula e sapecou: ‘O prefeito cometeu um pecado ao não investir em divulgar a gestão; achando que é obrigação do povo saber; achando que já é conhecido; ledo engano; fosse assim’, concluiu, ' a Coca-Cola, que todo mundo já conhece, não faria propaganda. E ela faz’. A advertência de Lula aborda, indiretamente, aquele que é o maior obstáculo à superação da encruzilhada brasileira atual. A inexistência real de espaço de comunicação para se debater e escrutinar as bases de um novo ciclo de desenvolvimento. Não é propriamente uma novidade na vida do país", diz o texto da Carta Maior.

O editoral cita como exemplo da manipulação da mídia a recente pesquisa Datafolha, que fraudou os números para favorecer Michel Temer. 

"Para induzir a opinião pública e encorajar o Senado a aceitar a ruptura constitucional como fato consumado, o instituto de pesquisa da família Frias omitiu um recorte decisivo da consulta levada a campo sobre a crise brasileira. Havendo a possibilidade, 62% dos eleitores preferem voltar às urnas e escolher um novo presidente da República como solução para a crise em que mergulha o país. Subjacente a essa disposição, de forma elaborada ou intuitiva, encontra-se a sensata compreensão do que está em jogo. Ou seja, de que só o escrutínio de um novo pacto de desenvolvimento, ancorado em ampla maioria, poderá superar o perigoso areal de descrédito e fragmentação política, que ora ameaça jogar o Brasil num longo hiato de exceção política, regressão social e deriva econômica. Foi justamente a compreensão desse risco, intrínseca à manifestação de 62% do eleitorado-- que o jornal da família Frias sonegou à sociedade. Preferiu semear o falso ambiente de virada na economia e no clima político, para gerar um efeito manada capaz de empurrar o Senado Federal ao matadouro da democracia, sacramentando o impeachment. Se o nome disso não é manipulação será preciso criar um neologismo mais forte", ressaltou.

Leia o editoral na íntegra aqui.

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