Mais de 30 mulheres dizem ter sido estupradas pelo influenciador Bruno Krupp

O modelo de 25 anos está preso sob custódia em um hospital da cidade do Rio de Janeiro, acusado de atropelar e matar um adolescente na capital

www.brasil247.com - Bruno Krupp
Bruno Krupp (Foto: Reprodução (Instagram))


247 - Mais de 30 mulheres afirmaram nessa terça-feira (3) terem sofrido supostos estupros cometidos pelo influenciador Bruno Krupp, 25 anos, que está preso sob custódia no Hospital Marcos Moraes, no Méier, na Zona Norte da cidade do Rio de Janeiro (RJ), acusado de atropelar e matar, no último dia 30, o adolescente João Gabriel Cardim, 16 anos, na Barra da Tijuca, Zona Oeste da capital fluminense. A defesa negou todas as acusações.

De acordo com informações publicadas nesta quinta-feira (4) pelo jornal O Dia (RJ), a modelo Priscila Trindade publicou no Instagram um relato sobre o abuso sofrido há cerca de seis anos. Segundo ela, os dois estavam ficando na época, mas Krupp forçou o ato e tentou filmá-la.

"Ele chegou bêbado às 6h da manhã e me pegou à força. Falei várias vezes para ele parar e ele literalmente me forçou. Forçou mesmo! Depois de muito relutar, cedi e foi horrível. Era muito constrangedor porque, se eu gritasse, iria acordar a casa inteira e não tive coragem de ter uma atitude mais drástica. Fiquei chateada, mas ele falava tanta coisa idiota que eu só pensava em ir embora", contou.

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Após relatar o caso, Priscila incentivou outras possíveis vítimas a contarem os momentos de violência sexual que teriam sofrido e, depois, compartilhou em seu perfil 36 relatos que acusam o influenciador de cometer supostos estupros.

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De acordo com o advogado Willian Pena, que defende Bruno Krupp, as denúncias não formalizadas na delegacia tratam-se de pessoas querendo se beneficiar da situação. "Não falo sobre denuncias feitas no Instagram, isso é até crime. Denunciar sem respaldo do Ministério Público e registro na delegacia é crime. Essas pessoas estão se beneficiando das dores da família. Por que não foi na delegacia durante todos esses anos? Pra mim as essas pessoas estão sendo levianas, eu não tenho conhecimento sobre esses casos e nem o Bruno", relatou o advogado.  

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Sobre o atropelamento, Bruno publicou um vídeo nas redes sociais se defendendo e tratando o caso como um incidente. "Pelo amor de Deus, eu sou a última pessoa que queria que isso tivesse acontecido, pode ter certeza que eu queria que o pior tivesse comigo. Eu estava morrendo no hospital, os empregados me tratando mal no hospital, me batendo com maca comigo no corredor, me chamando de assassino como se eu tivesse alguma coisa errada, eu não bebi, eu não usei droga. Eu não fiz nada, fui um incidente", disse.

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