Maria Júlia Coutinho será a primeira mulher negra na bancada do Jornal Nacional

A jornalista Maria Júlia Coutinho vai apresentar o “Jornal Nacional”, da Globo, no próximo sábado (16), e será a primeira mulher negra a ser âncora do principal telejornal do país; Maju foi vítima de racismo na internet em 2015, quando foram publicados comentários preconceituosos em um post do JN no Facebook; "Vai fazer essas previsões na senzala"; "sua macaca" foram algumas das ofensas postadas; depois, a campanha "Somos Todos Maju" ganhou destaque na internet

Maria Júlia Coutinho será a primeira mulher negra na bancada do Jornal Nacional
Maria Júlia Coutinho será a primeira mulher negra na bancada do Jornal Nacional

247 - A jornalista Maria Júlia Coutinho vai apresentar o “Jornal Nacional”, da Globo, no próximo sábado (16), e será a primeira mulher negra a apresentar o principal jornal do país.

Maria Júlia Coutinho começou sua carreira como jornalista em 2005, na TV Cultura. Comandou o "Jornal da Cultura" e o "Cultura Meio-Dia".

Em 2007, entrou na Globo como repórter e somente em 2013 faria a previsão do tempo nos telejornais da casa, como no "Jornal Nacional", função em que ganhou muita notoriedade com suas interações com William Bonner.

Como âncora, Maria Julia começou em junho de 2017 no "Jornal Hoje", num rodízio de apresentadores aos sábados. Maju, vale lembrar, foi vítima de racismo nas redes sociais em 2015, onde a campanha "Somos Todos Maju" ganhou destaque na internet. 

No dia 2 de julho daquele ano, foram publicados comentários preconceituosos em um post do JN no Facebook.

"Vai fazer essas previsões na senzala"; "sua macaca"; "Só conseguiu emprego no 'Jornal Nacional' por causa das cotas. Preta imunda"; "preta catinguenta" e "parece uma tampa de toddy" foram algumas das ofensas postadas.

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