Mello Franco: Brasil pode ter seu presidente 1%

Colunista Bernardo Mello Franco comenta pesquisa Datafolha para 2018 e ressalta que, de todos os nomes do principal cenário, o menos citado pelos eleitores é o que tem mais chances de assumir a Presidência; Michel Temer aparece com 1% das intenções de voto; “sete em cada dez brasileiros apoiam o afastamento de Dilma, mas quase nenhum se empolga com o vice. É um cenário desalentador, porque a recessão não vai evaporar com o impeachment”

Colunista Bernardo Mello Franco comenta pesquisa Datafolha para 2018 e ressalta que, de todos os nomes do principal cenário, o menos citado pelos eleitores é o que tem mais chances de assumir a Presidência; Michel Temer aparece com 1% das intenções de voto; “sete em cada dez brasileiros apoiam o afastamento de Dilma, mas quase nenhum se empolga com o vice. É um cenário desalentador, porque a recessão não vai evaporar com o impeachment”
Colunista Bernardo Mello Franco comenta pesquisa Datafolha para 2018 e ressalta que, de todos os nomes do principal cenário, o menos citado pelos eleitores é o que tem mais chances de assumir a Presidência; Michel Temer aparece com 1% das intenções de voto; “sete em cada dez brasileiros apoiam o afastamento de Dilma, mas quase nenhum se empolga com o vice. É um cenário desalentador, porque a recessão não vai evaporar com o impeachment” (Foto: Roberta Namour)

247 – Colunista Bernardo Mello Franco comenta a recente pesquisa Datafolha para a corrida presidencial de 2018 e ressalta que, de todos os nomes do principal cenário, o menos citado pelos eleitores é o que tem mais chances de assumir a Presidência: “Estamos falando do peemedebista Michel Temer, que aparece com apenas 1% das intenções de voto”.

Ele destaca que, se o Congresso aprovar o impeachment, como parece cada vez mais provável, ele pode se sentar na cadeira até o fim de abril. Terá 75 anos de idade e mais dois anos e oito meses para governar o país.

Ainda segundo a pesquisa, só 16% acreditam que ele fará um governo ótimo ou bom. Para a maioria absoluta (60%), a administração será igual ou pior do que a que está aí.

“O dado leva a outro paradoxo: sete em cada dez brasileiros apoiam o afastamento de Dilma, mas quase nenhum se empolga com o vice. É um cenário desalentador, porque a recessão não vai evaporar com o impeachment” (leia aqui).

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