Mello Franco critica Lozardo, o censor do Ipea

"A censura do doutor Lozardo é preocupante porque sugere que o novo regime está disposto a barrar estudos que contrariem suas teses. Se a regra prevalecer no Ipea, pode se alastrar para o IBGE e as universidades federais. Em outros tempos, a tentativa de submeter órgãos técnicos à vontade política do governo era chamada de aparelhamento", diz Bernardo Mello Franco, ao comentar a censura imposta por Ernesto Lozardo, presidente do Ipea indicado por Michel Temer, a um estudo técnico que aponta as perdas bilionárias que Saúde enfrentará com a PEC 241

"A censura do doutor Lozardo é preocupante porque sugere que o novo regime está disposto a barrar estudos que contrariem suas teses. Se a regra prevalecer no Ipea, pode se alastrar para o IBGE e as universidades federais. Em outros tempos, a tentativa de submeter órgãos técnicos à vontade política do governo era chamada de aparelhamento", diz Bernardo Mello Franco, ao comentar a censura imposta por Ernesto Lozardo, presidente do Ipea indicado por Michel Temer, a um estudo técnico que aponta as perdas bilionárias que Saúde enfrentará com a PEC 241
"A censura do doutor Lozardo é preocupante porque sugere que o novo regime está disposto a barrar estudos que contrariem suas teses. Se a regra prevalecer no Ipea, pode se alastrar para o IBGE e as universidades federais. Em outros tempos, a tentativa de submeter órgãos técnicos à vontade política do governo era chamada de aparelhamento", diz Bernardo Mello Franco, ao comentar a censura imposta por Ernesto Lozardo, presidente do Ipea indicado por Michel Temer, a um estudo técnico que aponta as perdas bilionárias que Saúde enfrentará com a PEC 241 (Foto: Leonardo Attuch)

247 – O colunista Bernardo Mello Franco comenta, neste domingo, a censura imposta pelo presidente do Ipea, Ernesto Lozardo, a um estudo que aponta perdas potenciais de R$ 743 bilhões para a Saúde, caso a PEC 241 seja aprovada (saiba mais aqui sobre questão).

"Nomeado há quatro meses pelo presidente Michel Temer, de quem é amigo, Lozardo reagiu com a ferocidade de um cão de guarda. Tachou o estudo de 'irrealista' e 'desconectado' e afirmou que suas conclusões 'são de inteira responsabilidade dos autores' e 'não representam a posição' do Ipea. Entre outras coisas, omitiu que o trabalho foi submetido previamente à direção do instituto", escreve Mello Franco.

"A censura do doutor Lozardo é preocupante porque sugere que o novo regime está disposto a barrar estudos que contrariem suas teses. Se a regra prevalecer no Ipea, pode se alastrar para o IBGE e as universidades federais. Em outros tempos, a tentativa de submeter órgãos técnicos à vontade política do governo era chamada de aparelhamento."

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