Mello Franco diz que Temer é caso de polícia

"A decisão do ministro Edson Fachin impôs ao menos três derrotas ao Planalto. A defesa de Temer queria suspender o depoimento, empurrar o caso para outro relator e livrar o presidente da companhia de Rodrigo Rocha Loures, o deputado da mala", afirma o colunista Bernardo Mello Franco, sobre o fato de Michel Temer ser investigado por corrupção, organização criminosa e obstrução judicial

"A decisão do ministro Edson Fachin impôs ao menos três derrotas ao Planalto. A defesa de Temer queria suspender o depoimento, empurrar o caso para outro relator e livrar o presidente da companhia de Rodrigo Rocha Loures, o deputado da mala", afirma o colunista Bernardo Mello Franco, sobre o fato de Michel Temer ser investigado por corrupção, organização criminosa e obstrução judicial
"A decisão do ministro Edson Fachin impôs ao menos três derrotas ao Planalto. A defesa de Temer queria suspender o depoimento, empurrar o caso para outro relator e livrar o presidente da companhia de Rodrigo Rocha Loures, o deputado da mala", afirma o colunista Bernardo Mello Franco, sobre o fato de Michel Temer ser investigado por corrupção, organização criminosa e obstrução judicial (Foto: Leonardo Attuch)

247 – "O governo Michel Temer se tornou oficialmente um caso de polícia", diz o colunista Bernardo Mello Franco.

"A decisão do ministro Edson Fachin impôs ao menos três derrotas ao Planalto. A defesa de Temer queria suspender o depoimento, empurrar o caso para outro relator e livrar o presidente da companhia de Rodrigo Rocha Loures, o deputado da mala", afirma.

"Os três pedidos foram negados por Fachin. Além disso, o ministro criou um quarto problema para Temer. Ele determinou que a PF conclua o inquérito no prazo de dez dias. É o que a lei determina quando um dos investigados cumpre prisão preventiva."

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