Mello Franco: fala de Gilmar soa como música para assustados

"Era previsível que os políticos buscassem um discurso comum para se salvar. O inusitado é que integrantes da cúpula do Judiciário se associem a essa corrida pela sobrevivência", escreve o jornalista Bernardo Mello Franco, que lembra que Gilmar Mendes, presidente do TSE, "deu a senha"; "Aos ouvidos mais assustados, deve ter soado como música", avalia

"Era previsível que os políticos buscassem um discurso comum para se salvar. O inusitado é que integrantes da cúpula do Judiciário se associem a essa corrida pela sobrevivência", escreve o jornalista Bernardo Mello Franco, que lembra que Gilmar Mendes, presidente do TSE, "deu a senha"; "Aos ouvidos mais assustados, deve ter soado como música", avalia
"Era previsível que os políticos buscassem um discurso comum para se salvar. O inusitado é que integrantes da cúpula do Judiciário se associem a essa corrida pela sobrevivência", escreve o jornalista Bernardo Mello Franco, que lembra que Gilmar Mendes, presidente do TSE, "deu a senha"; "Aos ouvidos mais assustados, deve ter soado como música", avalia (Foto: Gisele Federicce)
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247 - O discurso do ministro Gilmar Mendes, presidente do TSE, à BBC, que o caixa dois "tem que ser desmistificado" e que "vai ter que se fazer alguma coisa", deve ter soado como música aos políticos mais assustados, afirma o jornalista Bernardo Mello Franco, em sua coluna da Folha.

Gilmar corroborou com a fala do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e outros tucanos, além do ex-ministro petista José Eduardo Cardozo, de que caixa 2 para financiamento eleitoral deve ser diferenciado juridicamente do que teve como fim o enriquecimento pessoal.

"Era previsível que os políticos buscassem um discurso comum para se salvar. O inusitado é que integrantes da cúpula do Judiciário se associem a essa corrida pela sobrevivência", diz Mello Franco. Segundo ele, Gilmar "deu a senha". "Aos ouvidos mais assustados, deve ter soado como música", avalia.

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