Mello Franco: 'FHC tem muitas explicações a dar'

O jornalista Bernardo Mello Franco ressalta que o caso do filho de Fernando Henrique Cardoso fora do casamento virou notícia porque tem "interesse público em jogo"; "Seu filho virou notícia porque a mãe contou à Folha que recebia a pensão no exterior por meio de um contrato fictício com a Brasif. O arranjo, segundo ela, foi intermediado por FHC. No governo tucano, a empresa dominava o negócio milionário dos free shops nos aeroportos. Os contratos eram renovados sem licitação. A Brasif era ligada a Jorge Bornhausen, amigo do ex-presidente", ressalta

www.brasil247.com - O jornalista Bernardo Mello Franco ressalta que o caso do filho de Fernando Henrique Cardoso fora do casamento virou notícia porque tem "interesse público em jogo"; "Seu filho virou notícia porque a mãe contou à Folha que recebia a pensão no exterior por meio de um contrato fictício com a Brasif. O arranjo, segundo ela, foi intermediado por FHC. No governo tucano, a empresa dominava o negócio milionário dos free shops nos aeroportos. Os contratos eram renovados sem licitação. A Brasif era ligada a Jorge Bornhausen, amigo do ex-presidente", ressalta
O jornalista Bernardo Mello Franco ressalta que o caso do filho de Fernando Henrique Cardoso fora do casamento virou notícia porque tem "interesse público em jogo"; "Seu filho virou notícia porque a mãe contou à Folha que recebia a pensão no exterior por meio de um contrato fictício com a Brasif. O arranjo, segundo ela, foi intermediado por FHC. No governo tucano, a empresa dominava o negócio milionário dos free shops nos aeroportos. Os contratos eram renovados sem licitação. A Brasif era ligada a Jorge Bornhausen, amigo do ex-presidente", ressalta (Foto: Valter Lima)


247 - O jornalista Bernardo Mello Franco ressalta que o caso do filho de Fernando Henrique Cardoso fora do casamento virou notícia porque tem "interesse público em jogo".

"Seu filho virou notícia porque a mãe contou à Folha que recebia a pensão no exterior por meio de um contrato fictício com a Brasif. O arranjo, segundo ela, foi intermediado por FHC. No governo tucano, a empresa dominava o negócio milionário dos free shops nos aeroportos. Os contratos eram renovados sem licitação. A Brasif era ligada a Jorge Bornhausen, amigo do ex-presidente", ressalta.

Franco lembra que na quarta-feira, FHC admitiu ter contas no exterior, mas disse ter declarado tudo ao Banco Central, e negou a participação de qualquer empresa nas remessas à ex-amante. No entanto, destaca o jornalista em sua coluna, "o dono da Brasif ofereceu outra versão" e contou ter um contrato para ajudar o ex-presidente a mandar dinheiro para fora.

No dia seguinte, relata Mello Franco, "FHC mudou o tom". "Trata-se de um contrato feito há mais de 13 anos, sobre o qual não tenho condições de me manifestar enquanto a referida empresa não fizer os esclarecimentos que considerar necessários", afirmou o tucano. "Na sexta, foi a Brasif quem mudou. Em nota, disse que o ex-presidente não teve participação na contratação da ex. Faltou esclarecer por que ela passou cinco anos sem trabalhar", cobrou.

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