Mello Franco pede pressa para Cármen homologar delações da Odebrecht

Colunista Bernardo Mello Franco disse nesta quinta-feira, 26, que as delações dos 77 ex-executivos da Odebrecht correm o risco de "ficar na geladeira", caso a ministra Cármen Lúcia, presidente do STF, não homologue rapidamente os depoimentos; "Enquanto ela não age, as pressões se avolumam. Nesta quarta (25), o ministro Gilmar Mendes foi visitá-la e declarou que aceitaria com 'naturalidade' a tarefa de ser o novo relator da Lava Jato. No domingo, ele passou horas fechado com Temer no Palácio do Jaburu. Segundo a assessoria do ministro, tratou-se de um encontro de 'amigos há mais de 30 anos'. É melhor Cármen se apressar", disse o colunista

Colunista Bernardo Mello Franco disse nesta quinta-feira, 26, que as delações dos 77 ex-executivos da Odebrecht correm o risco de "ficar na geladeira", caso a ministra Cármen Lúcia, presidente do STF, não homologue rapidamente os depoimentos; "Enquanto ela não age, as pressões se avolumam. Nesta quarta (25), o ministro Gilmar Mendes foi visitá-la e declarou que aceitaria com 'naturalidade' a tarefa de ser o novo relator da Lava Jato. No domingo, ele passou horas fechado com Temer no Palácio do Jaburu. Segundo a assessoria do ministro, tratou-se de um encontro de 'amigos há mais de 30 anos'. É melhor Cármen se apressar", disse o colunista
Colunista Bernardo Mello Franco disse nesta quinta-feira, 26, que as delações dos 77 ex-executivos da Odebrecht correm o risco de "ficar na geladeira", caso a ministra Cármen Lúcia, presidente do STF, não homologue rapidamente os depoimentos; "Enquanto ela não age, as pressões se avolumam. Nesta quarta (25), o ministro Gilmar Mendes foi visitá-la e declarou que aceitaria com 'naturalidade' a tarefa de ser o novo relator da Lava Jato. No domingo, ele passou horas fechado com Temer no Palácio do Jaburu. Segundo a assessoria do ministro, tratou-se de um encontro de 'amigos há mais de 30 anos'. É melhor Cármen se apressar", disse o colunista (Foto: Aquiles Lins)

247 - O colunista Bernardo Mello Franco disse nesta quinta-feira, 26, que as delações dos 77 ex-executivos da Odebrecht correm o risco de "ficar na geladeira", caso a ministra Cármen Lúcia, presidente do Supremo Tribunal Federal, não homologar rapidamente os depoimentos, depois da morte do ministro Teori Zavascki, relator da Lava Jato no STF. 

"Isso não ocorrerá se a presidente do Supremo, Cármen Lúcia, homologar os depoimentos até a próxima terça, último dia do recesso do Judiciário. Se a ministra confirmar o acordo, ninguém mais será capaz de 'estancar a sangria', pelo menos nesta fase das investigações. É por isso que Cármen tem sido aconselhada a homologar logo as delações, numa 'homenagem' à memória de Teori", diz Mello Franco. 

"Enquanto ela não age, as pressões se avolumam. Nesta quarta (25), o ministro Gilmar Mendes foi visitá-la e declarou que aceitaria com 'naturalidade' a tarefa de ser o novo relator da Lava Jato. No domingo, ele passou horas fechado com Temer no Palácio do Jaburu. Segundo a assessoria do ministro, tratou-se de um encontro de 'amigos há mais de 30 anos'. É melhor Cármen se apressar", acrescentou o colunista. 

Leia na íntegra o artigo de Bernardo Mello Franco. 

Conheça a TV 247

Ao vivo na TV 247 Youtube 247