Mello Franco: vice ansioso pode repetir FHC em 85

Para o colunista Bernardo Mello Franco, a gravação deixa claro que o vice Michel Temer não só pede votos pelo impeachment, como já ensaiou um discurso contra "herança maldita" do governo Dilma; “afobação fez lembrar a ansiedade de Fernando Henrique Cardoso na eleição de 1985. Na véspera do pleito, o então candidato do PMDB posou para fotos na cadeira de prefeito de São Paulo. Faltou esperar as urnas”, disse 

Para o colunista Bernardo Mello Franco, a gravação deixa claro que o vice Michel Temer não só pede votos pelo impeachment, como já ensaiou um discurso contra "herança maldita" do governo Dilma; “afobação fez lembrar a ansiedade de Fernando Henrique Cardoso na eleição de 1985. Na véspera do pleito, o então candidato do PMDB posou para fotos na cadeira de prefeito de São Paulo. Faltou esperar as urnas”, disse 
Para o colunista Bernardo Mello Franco, a gravação deixa claro que o vice Michel Temer não só pede votos pelo impeachment, como já ensaiou um discurso contra "herança maldita" do governo Dilma; “afobação fez lembrar a ansiedade de Fernando Henrique Cardoso na eleição de 1985. Na véspera do pleito, o então candidato do PMDB posou para fotos na cadeira de prefeito de São Paulo. Faltou esperar as urnas”, disse  (Foto: Roberta Namour)

247 - Para o colunista Bernardo Mello Franco, a ansiedade de Michel Temer pode derrotá-lo, assim como ocorreu com FHC em 1985.

‘Às vésperas da votação do impeachment, Michel Temer parece um vice ansioso. Ontem ele enviou um áudio a aliados que votarão contra Dilma Rousseff. Recitou a mensagem como se o afastamento da presidente já tivesse sido aprovado pela Câmara’, pontou.

‘A gravação deixa claro que o vice Michel Temer não só pede votos pelo impeachment, como já ensaiou um discurso contra Dilma. Ele deve acusar a presidente, sua companheira de chapa nas últimas duas eleições, de deixar uma "herança maldita" no governo’, disse.

Segundo ele a afobação fez lembrar a ansiedade de Fernando Henrique Cardoso na eleição de 1985: Na véspera do pleito, o então candidato do PMDB posou para fotos na cadeira de prefeito de São Paulo. Faltou esperar as urnas. No dia da posse, o eleito Jânio Quadros entrou no gabinete com uma lata de inseticida. "Estou desinfetando esta poltrona porque nádegas indevidas a usaram", declarou (leia aqui).

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