Melo alerta para o 'perigo' da queda na qualidade vida

Segundo o colunista Ricardo Melo, crise econômica é muito mais importante do que bate-boca entre poderes da República: “As demissões vêm a galope. O pé no freio das montadoras indica um efeito dominó que não se sabe onde vai parar. A crise na Petrobras engessa uma parte significativa do PIB nacional; é como se a sede do Ministério da Fazenda tivesse se transferido de Brasília para o Paraná. E o governo de turno assiste a tudo isso com uma mistura de empáfia e desorientação”

Segundo o colunista Ricardo Melo, crise econômica é muito mais importante do que bate-boca entre poderes da República: “As demissões vêm a galope. O pé no freio das montadoras indica um efeito dominó que não se sabe onde vai parar. A crise na Petrobras engessa uma parte significativa do PIB nacional; é como se a sede do Ministério da Fazenda tivesse se transferido de Brasília para o Paraná. E o governo de turno assiste a tudo isso com uma mistura de empáfia e desorientação”
Segundo o colunista Ricardo Melo, crise econômica é muito mais importante do que bate-boca entre poderes da República: “As demissões vêm a galope. O pé no freio das montadoras indica um efeito dominó que não se sabe onde vai parar. A crise na Petrobras engessa uma parte significativa do PIB nacional; é como se a sede do Ministério da Fazenda tivesse se transferido de Brasília para o Paraná. E o governo de turno assiste a tudo isso com uma mistura de empáfia e desorientação” (Foto: Roberta Namour)
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247 – O colunista Ricardo Melo chama atenção para o ‘perigo da queda na qualidade de vida da população’. Segundo ele, a crise econômica é muito mais importante do que bate-boca entre poderes da República:

“As demissões vêm a galope. O pé no freio das montadoras indica um efeito dominó que não se sabe onde vai parar. A crise na Petrobras engessa uma parte significativa do PIB nacional; é como se a sede do Ministério da Fazenda tivesse se transferido de Brasília para o Paraná. E o governo de turno assiste a tudo isso com uma mistura de empáfia e desorientação”, diz.

Em contrapartida, ele destaca que na mesma época somos informados do ganho recorde dos principais bancos do país. “Os trabalhadores penam, a indústria resmunga, o comércio reclama. Já o capital financeiro comemora. Será que é tão difícil saber de onde tirar?”, questiona (leia mais).

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