Merval: Temer não questiona o conteúdo da conversa, que é o que importa

Por-voz do penamento da Globo, o colunista Merval Pereira desmontou o argumento de Michel Temer sobre a gravação em que aparece avalizando uma ação de obstrução da Justiça; "os dois pontos determinantes que dão gravidade à conversa não estão impugnados por nenhum perito: "quando falam sobre a necessidade de manter o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha tranquilo na cadeia e quando Joesley revela que está 'controlando' o juiz e o juiz substituto que tratam de seu processo, além de ter um procurador infiltrado na força-tarefa que o investiga"

Por-voz do penamento da Globo, o colunista Merval Pereira desmontou o argumento de Michel Temer sobre a gravação em que aparece avalizando uma ação de obstrução da Justiça; "os dois pontos determinantes que dão gravidade à conversa não estão impugnados por nenhum perito: "quando falam sobre a necessidade de manter o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha tranquilo na cadeia e quando Joesley revela que está 'controlando' o juiz e o juiz substituto que tratam de seu processo, além de ter um procurador infiltrado na força-tarefa que o investiga"
Por-voz do penamento da Globo, o colunista Merval Pereira desmontou o argumento de Michel Temer sobre a gravação em que aparece avalizando uma ação de obstrução da Justiça; "os dois pontos determinantes que dão gravidade à conversa não estão impugnados por nenhum perito: "quando falam sobre a necessidade de manter o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha tranquilo na cadeia e quando Joesley revela que está 'controlando' o juiz e o juiz substituto que tratam de seu processo, além de ter um procurador infiltrado na força-tarefa que o investiga" (Foto: Aquiles Lins)

247 - O jornalista Merval Pereira, porta-voz do pensamento da Globo, contestou neste domingo, 21, os argumentos utilizados por Michel Temer para desqualificar a gravação do diálogo com Joesley Batista em que Temer avaliza a compra do silêncio de Eduardo Cunha na cadeia. 

"A polêmica sobre o áudio não tem apoio técnico consensual. Há peritos que garantem que não houve manipulação alguma, demonstrando que há uma frágil busca de anulação das gravações, o que não parece provável, mas também não resolveria o caso do presidente da República, que manteve uma conversa desclassificante com um empresário que está sob investigação", diz. 

Merval destaca que os dois pontos determinantes que dão gravidade à conversa não estão impugnados por nenhum perito: "quando falam sobre a necessidade de manter o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha tranquilo na cadeia e quando Joesley revela que está 'controlando' o juiz e o juiz substituto que tratam de seu processo, além de ter um procurador infiltrado na força-tarefa que o investiga".

"O presidente não apenas não reagiu a essas revelações de obstrução da Justiça como, nos dois momentos, fez comentários que levam a crer que estava de acordo com as providências. No primeiro caso, disse que era preciso 'manter isso', depois de ouvir Joesley relatar que havia 'zerado as pendências' com Cunha. No outro, interrompeu Joesley para confirmar a situação dos juízes: 'Está controlando os dois?'", diz o colunista do Globo.

Leia na íntegra o texto de Merval Pereira. 

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