México é o país mais perigoso para jornalistas; Brasil aparece em 4°

México e Afeganistão, os países onde mais jornalistas foram assassinados em 2018, se mantiveram como os lugares mais perigosos para o exercício desta profissão na primeira metade de 2019, enquanto o Brasil aparece no quarto lugar, de acordo com um relatório divulgado pela ONG Campanha Emblema de Imprensa (PEC)

247, com Agência EFE - México e Afeganistão, os países onde mais jornalistas foram assassinados em 2018, se mantiveram como os lugares mais perigosos para o exercício desta profissão na primeira metade de 2019, enquanto o Brasil aparece no quarto lugar, de acordo com um relatório divulgado nesta quinta-feira pela ONG Campanha Emblema de Imprensa (PEC).

O documento mostra que nove jornalistas foram assassinados neste ano no México, enquanto seis foram vítimas de homicídio no Afeganistão.

O risco da liberdade de imprensa no Brasil ficando cada vez mais evidente com ameaças sofridas pelo jornalista Glenn Greenwald, que revelou um conluio entre o ex-juiz Sérgio Moro e procuradores da Operação Lava Jato, ferindo a equidistância entre magistrado e acusadores. 

A reportagem do site DCM destacou que "nesta segunda-feira (1), O Relator Especial para a Liberdade de Expressão da Comissão Interamericana de Direitos Humanos, Edison Lanza, e o Relator Especial das Nações Unidas para a Promoção e Proteção do Direito à Liberdade de Opinião e Expressão, David Kaye, emitiram um comunicado informando ao mundo inteiro que o jornalista do Intercept Brasil vem sofrendo “as ameaças, desqualificações por parte das autoridades e as intimidações recebidas pelo jornalista Glenn Greenwald da agência de notícias The Intercept Brazil, bem como com seus parentes, após a divulgação de informações e denúncias de interesse público.”

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