Mídia ignora suicídio de reitor porque é cúmplice, diz Kiko Nogueira

"A repercussão do suicídio foi escondida na mídia. A razão é uma só: ela é cúmplice. O estado policialesco em que vivemos é resultado de anos de doutrinação e emburrecimento iniciados com o mensalão e com a indignação coletiva que frutificou", diz o jornalista Kiko Nogueira, editor do DCM

"A repercussão do suicídio foi escondida na mídia. A razão é uma só: ela é cúmplice. O estado policialesco em que vivemos é resultado de anos de doutrinação e emburrecimento iniciados com o mensalão e com a indignação coletiva que frutificou", diz o jornalista Kiko Nogueira, editor do DCM
"A repercussão do suicídio foi escondida na mídia. A razão é uma só: ela é cúmplice. O estado policialesco em que vivemos é resultado de anos de doutrinação e emburrecimento iniciados com o mensalão e com a indignação coletiva que frutificou", diz o jornalista Kiko Nogueira, editor do DCM (Foto: Leonardo Attuch)
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Por Kiko Nogueira, editor do DCM

Quanto tempo o Jornal Nacional desta terça, 3, dedicou à tragédia do reitor da UFSC, Luiz Carlos Cancellier?

Zero. 

Repito: zero.

A repercussão do suicídio foi escondida na mídia. A razão é uma só: ela é cúmplice.

O estado policialesco em que vivemos é resultado de anos de doutrinação e emburrecimento iniciados com o mensalão e com a indignação coletiva que frutificou.

As capas canalhas da Veja, os jograis de William Bonner, o vômito de ódio de colunistas deseducaram e deram subsídio para milhares de cretinos que evoluíram para o fascismo sem medo de ser felizes.

Temos um juiz absoluta e desavergonhadamente parcial como heroi. No nosso novo normal, ele vai a premieres de filmes em que ele mesmo é protagonista e tudo bem. A cobertura é do Oscar.

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