'Mídia mostra que ainda influencia e que pode derrubar presidentes'

"As revistas semanais de informação, até então infladas pelo orgulho nacionalista pela vitória de Jair Bolsonaro – e pelo alívio com a derrota do PT -, embarcaram, pelo primeiro final de semana, a 15 dias da posse, na onda já surfada pela mídia impressa diária: mostrar ao governo da República de Chicago, do Clube Militar e do Reino de Deus de Deus, que o 'quarto poder" ainda influencia – e é capaz de derrubar presidentes'", diz o jornalista Ricardo Miranda

'Mídia mostra que ainda influencia e que pode derrubar presidentes'
'Mídia mostra que ainda influencia e que pode derrubar presidentes'

247 - "As revistas semanais de informação, até então infladas pelo orgulho nacionalista pela vitória de Jair Bolsonaro – e pelo alívio com a derrota do PT -, embarcaram, pelo primeiro final de semana, a 15 dias da posse, na onda já surfada pela mídia impressa diária: mostrar ao governo da República de Chicago, do Clube Militar e do Reino de Deus de Deus, que o "quarto poder" ainda influencia – e é capaz de derrubar presidentes", diz o jornalista Ricardo Miranda. 

"E que o Messias, por mais que se esforce, não é diferente da classe política em geral, da qual faz parte – nem ele, nem sua prole com mandatos. Bolsonaro e seus filhos – especialmente Carlos Bolsonaro, o expert em mídias sociais -, usaram e abusaram do direito de desprezar tudo o que não fosse Facebook, Twitter, Instagram, WhatsApp e Youtube. TV Globo? Preferem a Record do Reino de Deus? Veja? Época?", questiona. 

"O Globo? Folha? Crusoé? Melhor fazer anúncios e antecipar ministros pelo Twitter. Até aí, dói na alma dos aquários, mas não no bolso – a parte mais sensível da mídia de papel, e no vácuo, a eletrônica, afinal são os mesmos grupos de comunicação. Mas aí Bolsonaro, eleito e pré-entronizado, deixou claro que a verba de publicidade será fracionada de forma bem diferente", disse Miranda. 

Leia o texto na íntegra no blog Gilberto Pão Doce

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