Mino Carta diz ter medo de computador

"Aqui estou a batucar na minha vetusta Olivetti porque tenho medo do computador e dele mantenho distância ao caminhar pela redação: se me aproximar, com sua bocarra escancarada e insondável, me engole igual à sucuri ao novilho. Bilhões de semelhantes já foram engolidos", escreve o jornalista, em editorial na Carta Capital

"Aqui estou a batucar na minha vetusta Olivetti porque tenho medo do computador e dele mantenho distância ao caminhar pela redação: se me aproximar, com sua bocarra escancarada e insondável, me engole igual à sucuri ao novilho. Bilhões de semelhantes já foram engolidos", escreve o jornalista, em editorial na Carta Capital
"Aqui estou a batucar na minha vetusta Olivetti porque tenho medo do computador e dele mantenho distância ao caminhar pela redação: se me aproximar, com sua bocarra escancarada e insondável, me engole igual à sucuri ao novilho. Bilhões de semelhantes já foram engolidos", escreve o jornalista, em editorial na Carta Capital (Foto: Gisele Federicce)

247 - "Aqui estou a batucar na minha vetusta Olivetti porque tenho medo do computador e dele mantenho distância ao caminhar pela redação: se me aproximar, com sua bocarra escancarada e insondável, me engole igual à sucuri ao novilho. Bilhões de semelhantes já foram engolidos", escreve o jornalista Mino Carta, em editorial na Carta Capital.

"Inútil acrescentar que nunca tive celular. A profundidade da contribuição de computador e celular à destruição dos neurônios ainda haverá de ser medida algum dia, sempre que haja chance de um retorno à razão", acrescenta.

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