Miriam Leitão: não é Fux quem vai julgar o registro de Lula

A jornalista Miriam Leitão, colunista do jornal O Globo, afirmou nesta sexta-feira, 9, ao comentar o caso do ex-presidente Lula, que não é o ministro Luiz Fux, hoje presidente do TSE, que vai decidir se pode ou não haver registro de candidaturas; ela lembra que em relação à prisão, se algum recurso da defesa for levado pelo ministro Edson Fachin para a turma, será à Segunda Turma; "Lá, a maioria é a favor de que a pena seja cumprida só após o julgamento de tribunal superior", diz Miriam

A jornalista Miriam Leitão, colunista do jornal O Globo, afirmou nesta sexta-feira, 9, ao comentar o caso do ex-presidente Lula, que não é o ministro Luiz Fux, hoje presidente do TSE, que vai decidir se pode ou não haver registro de candidaturas; ela lembra que em relação à prisão, se algum recurso da defesa for levado pelo ministro Edson Fachin para a turma, será à Segunda Turma; "Lá, a maioria é a favor de que a pena seja cumprida só após o julgamento de tribunal superior", diz Miriam
A jornalista Miriam Leitão, colunista do jornal O Globo, afirmou nesta sexta-feira, 9, ao comentar o caso do ex-presidente Lula, que não é o ministro Luiz Fux, hoje presidente do TSE, que vai decidir se pode ou não haver registro de candidaturas; ela lembra que em relação à prisão, se algum recurso da defesa for levado pelo ministro Edson Fachin para a turma, será à Segunda Turma; "Lá, a maioria é a favor de que a pena seja cumprida só após o julgamento de tribunal superior", diz Miriam (Foto: Aquiles Lins)

247 - A jornalista Miriam Leitão, colunista do jornal O Globo, afirmou nesta sexta-feira, 9, ao comentar o caso do ex-presidente Lula, que não é o ministro Luiz Fux, hoje presidente do TSE, que vai decidir se pode ou não haver registro de candidaturas.

Ela lembra que em relação à prisão, se algum recurso da defesa for levado pelo ministro Edson Fachin para a turma, será à Segunda Turma. "Lá, a maioria é a favor de que a pena seja cumprida só após o julgamento de tribunal superior", diz Miriam.

"A favor de Lula há o fato de que agora ele contará com uma defesa juridicamente mais sólida, porque conduzida pelo ex-ministro e veterano jurista Sepúlveda Pertence. A defesa de Lula até agora foi excessivamente politizada, o que ajudou a dar uma narrativa aos manifestantes e aos defensores políticos do ex-presidente, mas não afetou o julgamento", diz a colunista. 

"Os ministros do Supremo no TSE têm mandato, e o de Fux termina em agosto. É por isso que na eleição mais incerta da nossa história recente a composição do tribunal será tão mutante. Num mesmo ano, o TSE está tendo três presidentes. O emaranhado jurídico pode ser enorme, mas a tendência até agora parece ser contra o ex-presidente Lula", acrescenta. 

Leia na íntegra o texto de Míriam Leitão.

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