Míriam Leitão vê falência do TSE: “corte avestruz”

Crítica se deve, afirma a jornalista, não porque o Tribunal Superior Eleitoral "contrariou a 'vox populi'", mas porque "rasgou as leis, desprezou os fatos, jogou fora provas abundantes dos crimes que ocorreram na eleição da chapa Dilma-Temer em 2014"; "É impossível, como diz o ministro Luiz Fux, não ver as provas amazônicas do que houve", reforça

Crítica se deve, afirma a jornalista, não porque o Tribunal Superior Eleitoral "contrariou a 'vox populi'", mas porque "rasgou as leis, desprezou os fatos, jogou fora provas abundantes dos crimes que ocorreram na eleição da chapa Dilma-Temer em 2014"; "É impossível, como diz o ministro Luiz Fux, não ver as provas amazônicas do que houve", reforça
Crítica se deve, afirma a jornalista, não porque o Tribunal Superior Eleitoral "contrariou a 'vox populi'", mas porque "rasgou as leis, desprezou os fatos, jogou fora provas abundantes dos crimes que ocorreram na eleição da chapa Dilma-Temer em 2014"; "É impossível, como diz o ministro Luiz Fux, não ver as provas amazônicas do que houve", reforça (Foto: Gisele Federicce)

247 – Em sua coluna deste sábado 10 no Globo, a jornalista Míriam Leitão apontou a "falência" do Tribunal Superior Eleitoral após decisão que absolveu Dilma Rousseff e Michel Temer. Segundo ela, a crítica se deve não porque a Corte "contrariou a 'vox populi'", mas porque "rasgou as leis, desprezou os fatos, jogou fora provas abundantes dos crimes que ocorreram na eleição da chapa Dilma-Temer em 2014".

"Não é apenas pelo resultado que se lamenta o que houve no TSE, mas pela maneira com que se chegou a ele. Pela forma desaforada de ignorar as evidências e menosprezar a inteligência alheia. A conclusão poderia ser que era impossível condenar esta chapa por qualquer motivo crível e sólido. Mas os que foram apresentados são desprezíveis", criticou a jornalista.

"É impossível, como diz o ministro Luiz Fux, não ver as provas amazônicas do que houve", destaca Míriam, lembrando a crítica feita pelo ministro, de que o TSE "é uma corte", e que "avestruz é que enfia a cabeça no chão"", durante a discussão sobre a aceitação ou rejeição das provas da Odebrecht e dos marqueteiros da campanha. "Não há como não ver as provas, exceto usando a técnica da avestruz", comentou Míriam, para quem "o país retrocedeu".

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