Moreno: se Temer vetar indicação de Renan, sofrerá “inferno de ameaças e chantagens”

Colunista Jorge Bastos Moreno, um dos mais próximos jornalistas do presidente interino Michel Temer, avisa neste sábado, 23, que se Temer resolver vetar a indicação do deputado Marx Beltrão (PMDB-AL), réu no STF, para o Ministério do Turismo, apadrinhado do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB), sofrerá retaliações; "Se prevalecer, como parece, o veto a Beltrão, a quase um mês da votação do impeachment, Temer sabe que até lá vai viver em um verdadeiro inferno de ameaças e chantagens. É essa briga que o governo avalia se, a esta altura, vale ou não comprar", afirma

Colunista Jorge Bastos Moreno, um dos mais próximos jornalistas do presidente interino Michel Temer, avisa neste sábado, 23, que se Temer resolver vetar a indicação do deputado Marx Beltrão (PMDB-AL), réu no STF, para o Ministério do Turismo, apadrinhado do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB), sofrerá retaliações; "Se prevalecer, como parece, o veto a Beltrão, a quase um mês da votação do impeachment, Temer sabe que até lá vai viver em um verdadeiro inferno de ameaças e chantagens. É essa briga que o governo avalia se, a esta altura, vale ou não comprar", afirma
Colunista Jorge Bastos Moreno, um dos mais próximos jornalistas do presidente interino Michel Temer, avisa neste sábado, 23, que se Temer resolver vetar a indicação do deputado Marx Beltrão (PMDB-AL), réu no STF, para o Ministério do Turismo, apadrinhado do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB), sofrerá retaliações; "Se prevalecer, como parece, o veto a Beltrão, a quase um mês da votação do impeachment, Temer sabe que até lá vai viver em um verdadeiro inferno de ameaças e chantagens. É essa briga que o governo avalia se, a esta altura, vale ou não comprar", afirma (Foto: Aquiles Lins)

247 - O colunista do Globo Jorge Bastos Moreno, um dos mais próximos jornalistas do presidente interino Michel Temer, destacou neste sábado, 23, a relação conflituosa entre o interino e o presidente do Senado, Renan Calheiros, ambos do PMDB. 

"É sempre assim: um curto período de lua de mel e um inverno de belicismo. Neste momento, a relação está em ponto morto, à espera da decisão de Temer sobre se nomeia ou não um apadrinhado de Renan, deputado Marx Beltrão (PMDB-AL), réu no STF, para o Ministério do Turismo", afirmou.

Segundo Moreno, dos três ministros mais influentes junto ao presidente em exercício, Geddel Vieira Lima e Moreira Franco acham que não é hora de o governo criar mais um contencioso com o presidente do Senado, embora também torçam o nariz para Beltrão. Já Eliseu Padilha, como o próprio Temer, acha que essa nomeação é ruim para a imagem do Planalto.

"Se prevalecer, como parece, o veto a Beltrão, a quase um mês da votação do impeachment, Temer sabe que até lá vai viver em um verdadeiro inferno de ameaças e chantagens. É essa briga que o governo avalia se, a esta altura, vale ou não comprar", afirma. 

Conheça a TV 247

Ao vivo na TV 247 Youtube 247