Nassif diz que montanha de Dallagnol pariu um rato

"O domínio do fato – pretendido por Dallagnol para imputar a Lula o comando dos esquemas criminosos – não tem o condão de fazer com que uma responsabilidade subjetiva se torne objetiva. Numa ação civil, haveria mais possibilidade de condenar a falta de providências de Lula", avalia jornalista, sobre a tese do procurador da República

"O domínio do fato – pretendido por Dallagnol para imputar a Lula o comando dos esquemas criminosos – não tem o condão de fazer com que uma responsabilidade subjetiva se torne objetiva. Numa ação civil, haveria mais possibilidade de condenar a falta de providências de Lula", avalia jornalista, sobre a tese do procurador da República
"O domínio do fato – pretendido por Dallagnol para imputar a Lula o comando dos esquemas criminosos – não tem o condão de fazer com que uma responsabilidade subjetiva se torne objetiva. Numa ação civil, haveria mais possibilidade de condenar a falta de providências de Lula", avalia jornalista, sobre a tese do procurador da República (Foto: Gisele Federicce)
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247- Em artigo no Jornal GGN, o jornalista Luis Nassif detalha o xadrez de como a montanha do procurador Deltan Dallagnol, da Lava Jato, "pariu um rato" na elaboração da peça de acusação do caso triplex contar o ex-presidente Lula.

Nela, "Dallagnol supre a carência de provas com teorias probabilísticas, que são utilizadas apenas para dar mais foco às investigações", destaca Nassif. 

"O domínio do fato – pretendido por Dallagnol para imputar a Lula o comando dos esquemas criminosos – não tem o condão de fazer com que uma responsabilidade subjetiva se torne objetiva. Numa ação civil, haveria mais possibilidade de condenar a falta de providências de Lula", acrescenta.

"Com seu palavrório, Dallagnol pretendeu uma nova teoria do direito para crimes de poder. Quis reescrever a teoria da prova sem dispor de fôlego intelectual para tanto, razão de ter sido fuzilado por juristas mais preparados", destaca ainda o jornalista.

Leia aqui a íntegra.

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