Nassif: mudanças na Folha demonstram alinhamento com o ultraliberalismo

Segundo o jornalista Luis Nassif, "o fim da coluna de André Singer, da coluna de 5ª feira de Jânio de Freitas e, ao mesmo tempo, o convite para que Hélio Beltrão Filho e Armínio Fraga sejam colunistas do jornal (Folha de S.Paulo)" demonstram o "alinhamento total com o ultraliberalismo reunido em torno do Instituto Millenium e da Casa das Garças"

Nassif: mudanças na Folha demonstram alinhamento com o ultraliberalismo
Nassif: mudanças na Folha demonstram alinhamento com o ultraliberalismo (Foto: 247 | Webysther Nunes)

247 - Ao comentar sobre mudanças no jornal Folha de S.Paulo, o jornalista Luis Nassif diz que "o fim da coluna de André Singer, da coluna de 5ª feira de Jânio de Freitas e, ao mesmo tempo, o convite para que Hélio Beltrão Filho e Armínio Fraga sejam colunistas do jornal, é uma volta atrás na ideia de um jornalismo mais plural, como o dos anos 80 e 90". "Demonstra o alinhamento total com o ultraliberalismo reunido em torno do Instituto Millenium e da Casa das Garças. Aliás, apresentando as soluções liberais até sobre os problemas de concentração de renda e combate à pobreza – que serão os temas da coluna de Armínio Fraga", afirma ele no Jornal GGN.

De acordo com Nassif, "os ultraliberais ainda não se deram conta de que a construção de um país exige o aprimoramento da ação do Estado, não sua eliminação". "Ao mesmo tempo, o silêncio tonitruante de todos os veículos da Globo – e de todos os jornalistas globais no Twitter – em relação à entrevista que Lula concedeu ao El Pais e à Folha, é um sinal candente de que nem o espectro aterrorizador de Bolsonaro foi capaz de diluir o antilulismo e permitir a consolidação das forças democráticas para a batalha que interessa: civilização vs barbárie..", acrescenta.

Leia a íntegra no Jornal GGN

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