Nassif: 'protestos deste domingo encerram ciclo da intolerância'

O jornalista Luis Nassif afirma que neste domingo (16) "encerra-se oficialmente um ciclo político no país: o da intolerância"; "Multidões ainda sairão às ruas como renas amestradas. Baterão panelas atrás do impeachment e cabeças atrás de ideias. E não terão nem uma, nem outra. Gradativamente a grande besta será recolhida de volta à jaula pela ação combinada de lideranças políticas efetivas de ambos os lados, grupos econômicos e grupos de mídia", afirma; "No final da tarde, quando a passeata terminar e a besta, as panelas e o ódio forem recolhidos, começará o duro reencontro do país consigo mesmo"

O jornalista Luis Nassif afirma que neste domingo (16) "encerra-se oficialmente um ciclo político no país: o da intolerância"; "Multidões ainda sairão às ruas como renas amestradas. Baterão panelas atrás do impeachment e cabeças atrás de ideias. E não terão nem uma, nem outra. Gradativamente a grande besta será recolhida de volta à jaula pela ação combinada de lideranças políticas efetivas de ambos os lados, grupos econômicos e grupos de mídia", afirma; "No final da tarde, quando a passeata terminar e a besta, as panelas e o ódio forem recolhidos, começará o duro reencontro do país consigo mesmo"
O jornalista Luis Nassif afirma que neste domingo (16) "encerra-se oficialmente um ciclo político no país: o da intolerância"; "Multidões ainda sairão às ruas como renas amestradas. Baterão panelas atrás do impeachment e cabeças atrás de ideias. E não terão nem uma, nem outra. Gradativamente a grande besta será recolhida de volta à jaula pela ação combinada de lideranças políticas efetivas de ambos os lados, grupos econômicos e grupos de mídia", afirma; "No final da tarde, quando a passeata terminar e a besta, as panelas e o ódio forem recolhidos, começará o duro reencontro do país consigo mesmo" (Foto: Valter Lima)
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247 - O jornalista Luis Nassif afirma, em texto publicado em seu site que neste domingo (16), que "encerra-se oficialmente um ciclo político no país: o da intolerância". "Multidões ainda sairão às ruas como renas amestradas. Baterão panelas atrás do impeachment e cabeças atrás de ideias. E não terão nem uma, nem outra. Gradativamente a grande besta será recolhida de volta à jaula pela ação combinada de lideranças políticas efetivas de ambos os lados, grupos econômicos e grupos de mídia", afirma.

Na avaliação de Nassif, essa ação se dá "em parte, devido à conclusão de que o petismo foi definitivamente derrotado e, em parte, devido ao fato de que o PSDB se derrotou, morreu enforcado nas tripas do PT". "Nesta data magna de 16 de agosto de 2015, o bipartidarismo que, desde a Constituição de 1988, dominou a vida pública do país, definitivamente se esgotou. O PT tornou-se uma militância sem partido, atrás de uma nova utopia. O PSDB, o estuário de uma turba vociferante e anacrônica, deixando órfã a classe média esclarecida que um dia nele acreditou", afirmou.

No entanto, ele ressalta que "o que virá daqui para frente é uma incógnita". "Haverá enorme dificuldade em se criar uma nova utopia, em superar os paradoxos e as hipocrisias reveladas pela Lava Jato - pelo que ela mostrou, pelo que vazou e pelo que até agora escondeu. A primeira hipocrisia é da suposta diferenciação entre os políticos. São iguais, embora com agendas distintas", complementa.

O jornalista diz ainda que "no final da tarde, quando a passeata terminar e a besta, as panelas e o ódio forem recolhidos, começará o duro reencontro do país consigo mesmo". "Jornais e TVs deixarão de recriar o clima de fim de mundo. Ontem, aliás, após ajudar a desmontar setores com centenas de milhares de empregos, o Jornal Nacional resolveu recriar a esperança, em cima do micro-exemplo de uma micro-empreendedora que criou um negócio com um funcionário e agora já tem três. É o milagre da hipocrisia de massa", reforça.

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