Nassif: que o sangue de Cancellier caia sobre seus algozes

"Restou a Cancellier a única saída que encontrou para a desonra que se abateu sobre ele: o suicídio. Depois da tragédia, apareceram notícias dizendo que a única acusação formal contra ele era a de ter impedido a investigação. Que seu sangue caia sobre todos seus algozes. Mas, especialmente, sobre os que destruíram os alicerces dos direitos individuais pensando exclusivamente em seus próprios interesses", escreve o jornalista, sobre o reitor da UFSC

"Restou a Cancellier a única saída que encontrou para a desonra que se abateu sobre ele: o suicídio. Depois da tragédia, apareceram notícias dizendo que a única acusação formal contra ele era a de ter impedido a investigação. Que seu sangue caia sobre todos seus algozes. Mas, especialmente, sobre os que destruíram os alicerces dos direitos individuais pensando exclusivamente em seus próprios interesses", escreve o jornalista, sobre o reitor da UFSC
"Restou a Cancellier a única saída que encontrou para a desonra que se abateu sobre ele: o suicídio. Depois da tragédia, apareceram notícias dizendo que a única acusação formal contra ele era a de ter impedido a investigação. Que seu sangue caia sobre todos seus algozes. Mas, especialmente, sobre os que destruíram os alicerces dos direitos individuais pensando exclusivamente em seus próprios interesses", escreve o jornalista, sobre o reitor da UFSC (Foto: Gisele Federicce)

247 - O jornalista Luis Nassif lembra que "das entranhas da Lava Jato a delegada da Polícia Federal Erika Marena saiu de Curitiba e transportou os métodos da Lava Jato para Santa Catarina. Estrela de cinema, tinha que manter a fama de implacável. Lá, encontrou como chefe o delegado Marcelo Mosele que, ao assumir a superintendência da PF em Santa Catarina, discursou afirmando que a corrupção é a maior ameaça à humanidade".

"Era esse o clima dominante na PF quando chegaram denúncias envolvendo a Universidade Federal de Santa Catarina", afirma. "Quando o reitor Luiz Carlos Cancellier pediu acesso ao inquérito, imediatamente foi denunciado por Henkel, como tentativa de obstrução da Justiça. Nesses tempos bicudos, as longas mãos da CGU criaram núcleos de poder em cada universidade, e Henkel pretendeu exercê-lo com a autoridade dos moralistas e com a plenitude dos superpoderosos. Imediatamente obteve a adesão de Orlando Vieira de Castro Jr, superintendente da CGU em Florianópolis. E o caso foi parar com o procurador da República André Stefani Bertuol", escreve.

"Restou a Cancellier a única saída que encontrou para a desonra que se abateu sobre ele: o suicídio. Depois da tragédia, apareceram notícias dizendo que a única acusação formal contra ele era a de ter impedido a investigação. Que seu sangue caia sobre todos seus algozes. Mas, especialmente, sobre os que destruíram os alicerces dos direitos individuais pensando exclusivamente em seus próprios interesses", conclui Nassif. Leia aqui a íntegra.

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