Nassif reflete sobre a desoneração da folha de pagamentos

Do modelo do desconto na folha – criado por Roberto Campos no governo Castello Branco - à proposta de Marcos Cintra, da equipe de Paulo Guedes, de substituir o desconto em folha por um imposto sobre o faturamento, passando por Delfim Netto, Dilma Rousseff e a pá de cal na formalização do trabalho feita por Michel Temer, Luis Nassif reflete sobre a desoneração da folha de pagamentos

Nassif reflete sobre a desoneração da folha de pagamentos
Nassif reflete sobre a desoneração da folha de pagamentos

Luis Nassif (GGN) - Em tese – repito: em tese – a proposta de Marcos Cintra, da equipe de Paulo Guedes, de substituir o desconto em folha por um imposto sobre o faturamento sempre foi o sonho de todos aqueles que perseguem a isonomia fiscal. O modelo do desconto na folha – criado por Roberto Campos no governo Castello Branco – foi importante. Criou uma fonte estável de arrecadação e com o FGTS montou as bases do sistema financeiro da habitação e permitiu ao trabalhador acumular um pecúlio. A cada início de ano, bastava uma consulta ao CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) para se ter uma avaliação da receita fiscal da folha. Não apenas o Imposto de Renda, mas a própria Previdência Social passou a depender desse modelo.

Pensou-se em um modelo tripartite de financiamento da Previdência, entre empresas e empregados e o governo federal, através de uma alíquota que incidia sobre os combustíveis. No seu período de Ministro, no governo Figueiredo, Delfim Netto acabou com a parte pública do financiamento. Com o tempo, o modelo revelou-se perverso.

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