Noblat diz que história de Yunes é lorota

Para o colunista do Globo, "tudo indica" que a história "foi concebida para livrá-lo de maiores encrencas com a Lava Jato, blindar Temer e oferecer uma saída honrosa para Eliseu Padilha, ministro-chefe da Casa Civil da presidência da República"; "Quis salvar a própria pele. Estragou a pele de Padilha em um momento de extrema fragilidade dele. E ensombreceu o destino de Temer e do governo. Logo agora", diz Noblat, que lamenta o fato ter acontecido "logo quando o ministro da Fazenda havia anunciado o fim da recessão"

Para o colunista do Globo, "tudo indica" que a história "foi concebida para livrá-lo de maiores encrencas com a Lava Jato, blindar Temer e oferecer uma saída honrosa para Eliseu Padilha, ministro-chefe da Casa Civil da presidência da República"; "Quis salvar a própria pele. Estragou a pele de Padilha em um momento de extrema fragilidade dele. E ensombreceu o destino de Temer e do governo. Logo agora", diz Noblat, que lamenta o fato ter acontecido "logo quando o ministro da Fazenda havia anunciado o fim da recessão"
Para o colunista do Globo, "tudo indica" que a história "foi concebida para livrá-lo de maiores encrencas com a Lava Jato, blindar Temer e oferecer uma saída honrosa para Eliseu Padilha, ministro-chefe da Casa Civil da presidência da República"; "Quis salvar a própria pele. Estragou a pele de Padilha em um momento de extrema fragilidade dele. E ensombreceu o destino de Temer e do governo. Logo agora", diz Noblat, que lamenta o fato ter acontecido "logo quando o ministro da Fazenda havia anunciado o fim da recessão" (Foto: Gisele Federicce)

247 - Para o colunista do Globo Ricardo Noblat, a história contada por José Yunes, amigo e ex-assessor de Michel Temer, à força-tarefa da Lava Jato "tem começo, meio e fim, mas não resiste a meia dúzia de perguntas inocentes". "Há mais furos nessa história do que numa peneira", escreve Noblat.

Para o jornalista, "tudo indica" que a história "foi concebida para livrá-lo de maiores encrencas com a Lava Jato, blindar Temer e oferecer uma saída honrosa para Eliseu Padilha, ministro-chefe da Casa Civil da presidência da República".

"Quis salvar a própria pele. Estragou a pele de Padilha em um momento de extrema fragilidade dele. E ensombreceu o destino de Temer e do governo. Logo agora", diz ele, que lamenta o fato ter acontecido "logo quando o ministro da Fazenda havia anunciado o fim da recessão".

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