'Oposição chegou atrasada às ruas e deu gás ao acordo Dilma-Renan'

Colunista Kennedy Alencar ressalta que a terceira manifestação contra o governo, a primeira do senador Aécio Neves (PSDB-MG), foi a mais fraca de todas; segundo ele, com menos gente nas ruas, os protestos deste domingo deverão dar mais gás ao acordo firmado entre o governo Dilma Rousseff e o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL); “a previsão de agosto sombrio perde força”, destaca 

Colunista Kennedy Alencar ressalta que a terceira manifestação contra o governo, a primeira do senador Aécio Neves (PSDB-MG), foi a mais fraca de todas; segundo ele, com menos gente nas ruas, os protestos deste domingo deverão dar mais gás ao acordo firmado entre o governo Dilma Rousseff e o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL); “a previsão de agosto sombrio perde força”, destaca 
Colunista Kennedy Alencar ressalta que a terceira manifestação contra o governo, a primeira do senador Aécio Neves (PSDB-MG), foi a mais fraca de todas; segundo ele, com menos gente nas ruas, os protestos deste domingo deverão dar mais gás ao acordo firmado entre o governo Dilma Rousseff e o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL); “a previsão de agosto sombrio perde força”, destaca  (Foto: Roberta Namour)
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247 – Para o colunista Kennedy Alencar, com menos gente nas ruas, os protestos deste domingo deverão dar mais gás ao acordo firmado entre o governo Dilma Rousseff e o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL).

‘Havia a previsão de que agosto seria um mês sombrio para Dilma, mas na última semana o cenário político sofreu uma importante inflexão. A presidente colheu decisões positivas ou neutras no STF, no TSE e no TCU e conseguiu ganhar um fôlego. O impeachment ficou mais distante. E, em entrevista ao SBT, a presidente disse que ‘jamais cogitou renunciar’’, destaca.

Ele ressalta que pela primeira vez, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) participou de um protesto de rua contra o governo Dilma Rousseff. “É a terceira manifestação que ocorre neste ano e, ao que tudo indica, a mais fraca de todas. A oposição chegou atrasada às ruas”.

Segundo Kennedy, a crise política ensina que o isolamento de Dilma no Congresso tem impacto direto na economia. “O governo sinalizou aos deputados que tem alternativa para realizar sua articulação política e que não está fora do jogo”, completa.

Diz ainda que o movimento do governo também isolou uma ala mais radical da oposição, que falava até em convocar nova eleição (leia mais).

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