Página do MEC no Facebook é alvo de vomitaço

A página oficial do Ministério da Educação no Facebook vem sendo alvo de um grande protesto em forma de "vomitaço" desde a última quarta-feira 30; usuários não poupam nem postagens referentes a programas como Enem e a oferta de cursos técnicos; ao longo desta semana, a pressão popular contra o MEC tem aumentado; na terça, um grupo de manifestantes ocupou a sede do órgão em Brasília pedindo a saída de Michel Temer

A página oficial do Ministério da Educação no Facebook vem sendo alvo de um grande protesto em forma de "vomitaço" desde a última quarta-feira 30; usuários não poupam nem postagens referentes a programas como Enem e a oferta de cursos técnicos; ao longo desta semana, a pressão popular contra o MEC tem aumentado; na terça, um grupo de manifestantes ocupou a sede do órgão em Brasília pedindo a saída de Michel Temer
A página oficial do Ministério da Educação no Facebook vem sendo alvo de um grande protesto em forma de "vomitaço" desde a última quarta-feira 30; usuários não poupam nem postagens referentes a programas como Enem e a oferta de cursos técnicos; ao longo desta semana, a pressão popular contra o MEC tem aumentado; na terça, um grupo de manifestantes ocupou a sede do órgão em Brasília pedindo a saída de Michel Temer (Foto: Gisele Federicce)

247 - A página oficial do Ministério da Educação no Facebook é, desde a última quarta-feira 30, alvo de um grande protesto em forma de "vomitaço". Usuários da rede social têm inundado a página com a figurinha de uma cara vomitando. Nem postagens referentes a programas como Enem e a oferta de cursos técnicos têm sido poupadas dos protestos.

Ao longo desta semana, a pressão popular contra o Ministério da Educação tem aumentado. Na terça-feira 29, um grupo de manifestantes ocupou a sede do órgão em Brasília pedindo a saída de Michel Temer. Os manifestantes também protestam contra a PEC 55, que congela os investimentos em educação pelos próximos vinte anos, e a medida provisória do ensino médio.

O protesto terminou em confronto entre manifestantes e policiais militares e, após repressão policial, a manifestação resultou em depredação das instalações do Ministério da Educação. Em avaliação preliminar, o MEC calculou em R$ 172.829,10 o custo para recuperar os materiais e equipamentos. Foram destruídas 38 placas de vidro da fachada do prédio, cada uma com 5 metros quadrados, espelhos de fachadas e de elevadores, revestimentos de paredes, divisórias de madeira e de vidro, computadores, câmeras de segurança, balcões de vidro, televisores e cinco caixas eletrônicos.

Também esta semana, a Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais do Ensino Superior (Andifes), entidade que representa os reitores das 63 universidades federais, enviou ao Senado um ofício em que afirma que a PEC 55 "representa séria ameaça aos direitos e serviços sociais" e "pode inviabilizar o Plano Nacional de Educação".

Até agora, as medidas apresentadas pelo ministro Mendonça Filho para educação provocaram um caos na educação pública brasileira. Após apresentação da PEC 55 e a medida provisória de reforma ensino médio, universidades federais aprovaram greve e ocupações de estudantes se espalharam por universidades e escolas de todo país.

Nesta quinta-feira 1º, o Ministério Público Federal informou ter recebido um relatório em que a Polícia Federal confirma que houve vazamento do Enem, mais uma crítica para o governo Temer.

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