Para a Folha, Dilma considera sua saída inevitável

Citando um "assessor direto" da presidente Dilma Rousseff não identificado, a Folha de S. Paulo disse nesta quarta-feira, 27, que Dilma teria admitido que seu afastamento temporário da Presidência se tornou "inevitável"; presidente teria pedido à sua equipe para "apressar" tudo que estiver "pronto ou perto de ficar pronto" para ser anunciado antes de o Senado aprovar a admissibilidade do processo de seu impeachment, prevista para o dia 11 de maio, o que vai resultar no seu afastamento do cargo por até 180 dias

Brasília - DF, 19/04/2016. Presidenta Dilma Rousseff durante coletiva de imprensa. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
Brasília - DF, 19/04/2016. Presidenta Dilma Rousseff durante coletiva de imprensa. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR (Foto: Aquiles Lins)
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247 - Citando um "assessor direto" da presidente Dilma Rousseff não identificado, a Folha de S. Paulo disse nesta quarta-feira, 27, que Dilma teria admitido que seu afastamento temporário da Presidência se tornou "inevitável".

Segundo o jornal de Otávio Frias Filho, a presidente decidiu traçar uma agenda para "defender seu mandato" e impedir que o vice Michel Temer "se aproprie" de projetos e medidas de seu governo. A presidente pediu à sua equipe para "apressar" tudo que estiver "pronto ou perto de ficar pronto" para ser anunciado antes de o Senado aprovar a admissibilidade do processo de seu impeachment, prevista para o dia 11 de maio, o que vai resultar no seu afastamento do cargo por até 180 dias.

Nesta lista, estão as licitações de mais quatro aeroportos (Porto Alegre, Fortaleza, Florianópolis e Salvador), concessões de portos e medidas tributárias como mudanças no Supersimples.

Entre os anúncios que devem ser feitos pela presidente estão a prorrogação da permanência de médicos estrangeiros no programa Mais Médicos, participação na Conferência Conjunta dos Direitos Humanos e entrega no Pará novas unidades do Minha Casa, Minha Vida.

Para a próxima semana, está prevista a cerimônia da tocha olímpica, com forte claque petista no Palácio do Planalto, e o lançamento do Plano Safra da Agricultura Familiar 2016/2017. Dilma estuda ainda ir a São Paulo para evento das centrais sindicais em celebração ao 1º de Maio, Dia do Trabalho.

 

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