Para Brito, Doria ergue seu “monumento à estupidez” no episódio do viaduto

Editor do Tijolaço afirma que o prefeito de São Paulo, "que poderia ficar calado, deixar que se fizesse uma abertura da via sem festejos oficiais e portar-se como alguém que, de fato, respeita a decisão dos vereadores, não perdeu a chance de fazer seu 'marketing do malvado'" ao soltar uma nota em que diz considerar "injusta" a homenagem a Marisa Letícia, que irá nomear um viaduto na capital paulista; o episódio "não teria importância alguma, uma homenagem local que se perderia da memória e numa pequena placa. Doria consegue, porém, transformá-lo num monumento à estupidez", escreve Fernando Brito

Editor do Tijolaço afirma que o prefeito de São Paulo, "que poderia ficar calado, deixar que se fizesse uma abertura da via sem festejos oficiais e portar-se como alguém que, de fato, respeita a decisão dos vereadores, não perdeu a chance de fazer seu 'marketing do malvado'" ao soltar uma nota em que diz considerar "injusta" a homenagem a Marisa Letícia, que irá nomear um viaduto na capital paulista; o episódio "não teria importância alguma, uma homenagem local que se perderia da memória e numa pequena placa. Doria consegue, porém, transformá-lo num monumento à estupidez", escreve Fernando Brito
Editor do Tijolaço afirma que o prefeito de São Paulo, "que poderia ficar calado, deixar que se fizesse uma abertura da via sem festejos oficiais e portar-se como alguém que, de fato, respeita a decisão dos vereadores, não perdeu a chance de fazer seu 'marketing do malvado'" ao soltar uma nota em que diz considerar "injusta" a homenagem a Marisa Letícia, que irá nomear um viaduto na capital paulista; o episódio "não teria importância alguma, uma homenagem local que se perderia da memória e numa pequena placa. Doria consegue, porém, transformá-lo num monumento à estupidez", escreve Fernando Brito (Foto: Gisele Federicce)

Por Fernando Brito, do Tijolaço - Em 1935, Getúlio Vargas sancionou a Lei Nº 108, estabelecendo que 1° de janeiro seria feriado nacional por conta de ser consagrado ” à commemoração da fraternidade universal”, ainda com o M duplo do português da época.

Quase um século depois, o cidadão João Doria Jr. ainda não alcançou o “espírito da coisa” ao recuar, resmungando grosserias, do “desbatismo” de um viaduto paulistano com o nome de Marisa Letícia, falecida mulher do ex-presidente Lula.

Soltou nota dizendo que, por ser a escolha de nomes homenageados em logradouros públicos uma prerrogativa da Câmara Municipal, não do Prefeito, “apenas por isso (o nome aprovado pelos vereadores será) respeitado pela administração municipal”.

Doria, que poderia ficar calado, deixar que se fizesse uma abertura da via sem festejos oficiais e portar-se como alguém que, de fato, respeita a decisão dos vereadores, não perdeu a chance de fazer seu “marketing do malvado”.

Compreende-se que tenha frustrações por não ter sido reconhecido como “o homem mais estúpido” do país, posição que nem de longe ameaçou tomar de Jair Bolsonaro. Mas não precisava ter descido a esta vileza, que o coloca como competidor daquele bobalhão do MBL que virou péssima atração “turística” na Câmara Municipal.

O episódio do “batismo” do viaduto que levará o nome de Marisa Letícia não teria importância alguma, uma homenagem local que se perderia da memória e numa pequena placa.

Doria consegue, porém, transformá-lo num monumento à estupidez.

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