Para Míriam Leitão, prisões mostram que Temer não está blindado

Após a deflagração da Operação Skala com a prisão de amigos de Michel Temer, a colunista do Jornal O Globo Míriam Leitão afirma que as detenções mostram que o emedebista "pode ter conseguido livrar-se no Congresso de duas denúncias feitas pela Procuradoria-Geral da República, mas não se blindou contra as investigações. E o processo não está para ser arquivado"

Após a deflagração da Operação Skala com a prisão de amigos de Michel Temer, a colunista do Jornal O Globo Míriam Leitão afirma que as detenções mostram que o emedebista "pode ter conseguido livrar-se no Congresso de duas denúncias feitas pela Procuradoria-Geral da República, mas não se blindou contra as investigações. E o processo não está para ser arquivado"
Após a deflagração da Operação Skala com a prisão de amigos de Michel Temer, a colunista do Jornal O Globo Míriam Leitão afirma que as detenções mostram que o emedebista "pode ter conseguido livrar-se no Congresso de duas denúncias feitas pela Procuradoria-Geral da República, mas não se blindou contra as investigações. E o processo não está para ser arquivado" (Foto: Leonardo Lucena)

247 - Após a deflagração da Operação Skala, nesta quinta-feira (29), com a prisão de amigos de Michel Temer, a colunista do Jornal O Globo Míriam Leitão afirma que as detenções mostram que o emedebista "pode ter conseguido livrar-se no Congresso de duas denúncias feitas pela Procuradoria-Geral da República, mas não se blindou contra as investigações. E o processo não está para ser arquivado".

"Há outras linhas de investigação e as prisões de hoje mostram que a PF está com indícios sólidos o suficiente porque os pedidos de prisão foram repassados pela Procuradoria-Geral da Repúblicas e determinadas pelo ministro Roberto Barroso", diz.

De acordo com a jornalista, uma das linhas de investigação em torno de Temer "é um velho processo que correu na Vara de Família de Santos, em que a ex-mulher de um diretor do Porto de Santos Marcelo Azeredo disse que ele recebia propina em dinheiro vivo e que era um indicado do então deputado Michel Temer. Esse caso foi desarquivado agora porque a polícia procura indícios de que desde aquela época um grupo de pessoas ligadas ao presidente Temer já estava envolvido em corrupção".

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