Para Noblat, delação contra Temer foi só “tiro de raspão”

Acerto de Michel Temer por propina de R$ 1,5 milhão para Gabriel Chalita, conforme delatou Sérgio Machado, foi só um "tiro de raspão" contra o presidente interino, na opinião do colunista do Globo; "A princípio, sobreviverá. Tiro de raspão não costuma matar. Tudo indica, no caso, que o tiro provocou apenas um ferimento leve na imagem já pouco robusta de Temer. Se não infeccionar, Temer seguirá apto a exercer suas funções", diz ele

Acerto de Michel Temer por propina de R$ 1,5 milhão para Gabriel Chalita, conforme delatou Sérgio Machado, foi só um "tiro de raspão" contra o presidente interino, na opinião do colunista do Globo; "A princípio, sobreviverá. Tiro de raspão não costuma matar. Tudo indica, no caso, que o tiro provocou apenas um ferimento leve na imagem já pouco robusta de Temer. Se não infeccionar, Temer seguirá apto a exercer suas funções", diz ele
Acerto de Michel Temer por propina de R$ 1,5 milhão para Gabriel Chalita, conforme delatou Sérgio Machado, foi só um "tiro de raspão" contra o presidente interino, na opinião do colunista do Globo; "A princípio, sobreviverá. Tiro de raspão não costuma matar. Tudo indica, no caso, que o tiro provocou apenas um ferimento leve na imagem já pouco robusta de Temer. Se não infeccionar, Temer seguirá apto a exercer suas funções", diz ele (Foto: Gisele Federicce)
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247 – A denúncia do ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado, de que Michel Temer o procurou para repassar R$ 1,5 milhão em propina para a campanha de Gabriel Chalita em São Paulo em 2012 foi só um "tiro de raspão" contra o presidente interino, que não irá matá-lo, afirma Ricardo Noblat, colunista do Globo.

"A princípio, sobreviverá. Tiro de raspão não costuma matar. Tudo indica, no caso, que o tiro provocou apenas um ferimento leve na imagem já pouco robusta de Temer. Se não infeccionar, Temer seguirá apto a exercer suas funções", diz Noblat.

O jornalista diz, porém, que se for confirmada uma reunião entre Temer e Machado na Base Aérea de Brasília em setembro de 2012, "ficará mal para ele". "A ser verdade o que disse Machado aos procuradores da Lava-Jato, Temer pode não ter cometido um crime. Mas teria faltado com a ética. Não ficaria difícil enxergar no episódio tráfico de influência e abuso de poder da parte de Temer e de Machado".

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