Paulino, do Datafolha: Dilma, ao que parece, não afunda mais

Segundo o diretor do Datafolha, Mauro Paulino, a queda na quantidade de pessoas que foram às ruas, no domingo, protestar contra a corrupção e pelo impeachment da presidente Dilma indica que ela já chegou ao ‘fundo do poço’ e, ao que parece, não afunda mais; ele diz, no entanto, que os números ainda indicam um cenário sombrio para os petistas permanecerem no poder: "Dessa vez Lula não saiu incólume", diz

Segundo o diretor do Datafolha, Mauro Paulino, a queda na quantidade de pessoas que foram às ruas, no domingo, protestar contra a corrupção e pelo impeachment da presidente Dilma indica que ela já chegou ao ‘fundo do poço’ e, ao que parece, não afunda mais; ele diz, no entanto, que os números ainda indicam um cenário sombrio para os petistas permanecerem no poder: "Dessa vez Lula não saiu incólume", diz
Segundo o diretor do Datafolha, Mauro Paulino, a queda na quantidade de pessoas que foram às ruas, no domingo, protestar contra a corrupção e pelo impeachment da presidente Dilma indica que ela já chegou ao ‘fundo do poço’ e, ao que parece, não afunda mais; ele diz, no entanto, que os números ainda indicam um cenário sombrio para os petistas permanecerem no poder: "Dessa vez Lula não saiu incólume", diz (Foto: Roberta Namour)
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247 – Para o diretor do Datafolha, Mauro Paulino, a presidente Dilma Rousseff já chegou ao ‘fundo do poço’ e, ao que parece, não afunda mais. A avaliação, segundo ele, se deve à queda na quantidade de pessoas que foram às ruas, no domingo, protestar contra a corrupção e pelo impeachment da presidente.

Paulino diz, no entanto, que os números ainda indicam um cenário sombrio para os petistas permanecerem no poder. "Dessa vez Lula não saiu incólume", diz. Em simulação da disputa, o ex-­presidente tem 29% contra 33% de Aécio Neves (PSDB). E cada vez menos brasileiros o consideram o melhor presidente da história. "Essa taxa já chegou a mais de 70%, em 2010, e vem caindo. Agora está em 50%", diz. 

Segundo entrevista ao Valor, em sua opinião, nos atos do dia 12 de abril, houve a ausência de um fator mobilizador, como foi o pronunciamento de Dilma em cadeia de rádio e TV, no Dia Internacional da Mulher, 8 de março. 

Por enquanto, afirma, a iniciativa de ir para a rua é mais emocional do que racional. Prova disso é "a forte dose de desinformação" entre os manifestantes: apenas 12% dos que defendem a abertura de um processo de impeachment sabem que o substituto de Dilma seria o vice-presidente da República e que ele é Michel Temer (PMDB). "É mais um sentimento de raiva", diz Paulino, que associa os manifestantes a dois grupos principais, os "refratários", que não votaram em Dilma, não se conformam com a derrota e avaliam mal o governo, e os "frustrados", que votaram nela e se arrependeram, pela quebra de promessas de campanha (leia mais).

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