Paulo Nogueira: Temer é o agressor que se faz de vítima

"Algumas pessoas lembraram a carta de Getúlio aos brasileiros, antes de se matar, e aí você vê dois extremos. A carta de GV o engrandeceu para a posteridade, e a de Temer é um documento que mostra quanto minúsculo ele é", diz o jornalista Paulo Nogueira, editor do Diário do Centro do Mundo; "Um sujeito que conspira, trai, envenena, alimenta os inimigos de Dilma, esse sujeito se coloca como vítima"; segundo ele, com a carta, Temer assumiu estar ao lado de Eduardo Cunha

"Algumas pessoas lembraram a carta de Getúlio aos brasileiros, antes de se matar, e aí você vê dois extremos. A carta de GV o engrandeceu para a posteridade, e a de Temer é um documento que mostra quanto minúsculo ele é", diz o jornalista Paulo Nogueira, editor do Diário do Centro do Mundo; "Um sujeito que conspira, trai, envenena, alimenta os inimigos de Dilma, esse sujeito se coloca como vítima"; segundo ele, com a carta, Temer assumiu estar ao lado de Eduardo Cunha
"Algumas pessoas lembraram a carta de Getúlio aos brasileiros, antes de se matar, e aí você vê dois extremos. A carta de GV o engrandeceu para a posteridade, e a de Temer é um documento que mostra quanto minúsculo ele é", diz o jornalista Paulo Nogueira, editor do Diário do Centro do Mundo; "Um sujeito que conspira, trai, envenena, alimenta os inimigos de Dilma, esse sujeito se coloca como vítima"; segundo ele, com a carta, Temer assumiu estar ao lado de Eduardo Cunha (Foto: Leonardo Attuch)
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247 – O jornalista Paulo Nogueira, editor do Diário do Centro do Mundo, comparou as cartas de Getúlio Vargas, antes de seu suicídio, e de Michel Temer, divulgada ontem à noite.

"Algumas pessoas lembraram a carta de Getúlio aos brasileiros, antes de se matar, e aí você vê dois extremos. A carta de GV o engrandeceu para a posteridade, e a de Temer é um documento que mostra quanto minúsculo ele é. Um sujeito que conspira, trai, envenena, alimenta os inimigos de Dilma, esse sujeito se coloca como vítima", diz ele.

"Ninguém o obrigou a ser vice pela segunda vez. Ele agiu voluntariamente. Da primeira vez, poderia alegar, depois de algum tempo, que não imaginava que Dilma fosse o que ele disse que é na carta. Mas e na segunda?"

Nogueira diz que o vice assumiu estar ao lado de Eduardo Cunha e afirma, ainda que, "com sua carta, Temer atirou no coração de Dilma – e da democracia". 

"A autovitimização de Temer passará para o museu das infâmias nacionais. Um político a vida toda inexpressivo vira enfim manchete pela vileza e não por ter revelado no crepúsculo da carreira uma grandeza que ninguém percebeu."

Leia a íntegra no DCM. 

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