Pochmann: governo Temer é “moribundo e incapaz”

 O economista Marcio Pochmann explica a temeridade que é usar as reservas internacionais para conter o avanço do dólar; Pochmann afirma que um governo “moribundo e incapaz” não conseguirá dar conta de um ataque especulativo e de uma crise cambial, e que o país está vulnerável neste momento; “o governo é entrave à economia”, diz o economista

Data: 03/05/2011Editoria: BrasilReporter: Paulo de TarsoPauta: Apresentacao do programa de combate a miseria pela Ministra do Desenvolvimento Social.Personagem: Marcio Pochmann, IPEAFoto: Ruy Baron/Valor
Data: 03/05/2011Editoria: BrasilReporter: Paulo de TarsoPauta: Apresentacao do programa de combate a miseria pela Ministra do Desenvolvimento Social.Personagem: Marcio Pochmann, IPEAFoto: Ruy Baron/Valor (Foto: Gustavo Conde)

247 – O economista Marcio Pochmann explica a temeridade conceitual que é usar as reservas internacionais do Brasil para conter o avanço do dólar. Pochmann afirma que um governo “moribundo e incapaz” não consegue mesmo dar conta de um ataque especulativo e de uma crise cambial, e que o país está vulnerável neste momento. “O governo é entrave à economia”, diz o economista.

Leia trechos do artigo sobre o quadro conjuntural traçado por Marcio Pochmann, assinado por Joana Rozowykwiat e publicado no site Vermelho: 

“O governo Temer é moribundo. O transtorno de retirá-lo agora é justamente lançar mais instabilidade sobre a viabilidade eleitoral. Por isso, vai seguir esse governo semi-morto até as eleições, para que, pela soberania popular, se possa consagrar um governo que tenha capacidade de levar avante o país. Não descarto, num aprofundamento da gravidade da economia, desse problema social gravíssimo que vivemos, termos que antecipar a posse [Pochmann].

(...)

Com o dólar subindo demais, o Banco Central anunciou uma mudança na forma de negociar a moeda. A estratégia agora é tirar dinheiro das reservas internacionais – atualmente em US$ 382,5 bilhões – e vender o dólar já no mercado, ao invés de fazer uma venda futura, como acontecia até então, com swaps cambiais. Na prática, o BC quer aumentar a quantidade da moeda norte-americana circulando e, assim, conter a sua alta. Pois, com mais dólar disponível na economia, o seu preço deve ser menor.”

Leia o artigo completo aqui.

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