Portal jurídico questiona coletiva da Justiça sobre terrorismo

O portal jurídico Jota pontuou em sua conta no Twitter que o ministro interino da Justiça, Alexandre de Moraes, não explicou como a Polícia Federal monitorou os aplicativos de conversa WhatsApp e Telegram, se eles são criptografados; "Ministro da Justiça NÃO explica como a PF monitorava WhatsApp e Telegram, que são criptografados. Diz que atrapalharia investigações", postou Jota

O portal jurídico Jota pontuou em sua conta no Twitter que o ministro interino da Justiça, Alexandre de Moraes, não explicou como a Polícia Federal monitorou os aplicativos de conversa WhatsApp e Telegram, se eles são criptografados; "Ministro da Justiça NÃO explica como a PF monitorava WhatsApp e Telegram, que são criptografados. Diz que atrapalharia investigações", postou Jota
O portal jurídico Jota pontuou em sua conta no Twitter que o ministro interino da Justiça, Alexandre de Moraes, não explicou como a Polícia Federal monitorou os aplicativos de conversa WhatsApp e Telegram, se eles são criptografados; "Ministro da Justiça NÃO explica como a PF monitorava WhatsApp e Telegram, que são criptografados. Diz que atrapalharia investigações", postou Jota (Foto: Gisele Federicce)

247 – O portal jurídico Jota pontuou em sua conta no Twitter que o ministro interino da Justiça, Alexandre de Moraes, não explicou como a Polícia Federal monitorou os aplicativos de conversa WhatsApp e Telegram, se eles são criptografados.

"Ministro da Justiça NÃO explica como a PF monitorava WhatsApp e Telegram, que são criptografados. Diz que atrapalharia investigações", postou Jota. Em outro tuíte, o site destacou que, de acordo com o ministro, "não havia nenhum contato entre o grupo de Telegram, WhatsApp, com o EI. Contato foi só por meio do 'batismo' na internet".

A pergunta causou incômodo durante entrevista coletiva sobre operação Hashtag, que prendeu dez brasileiros que supostamente seriam ligados ao Estado Islâmico e estariam planejando um ataque terrorista durante a Olimpíada do Rio de Janeiro.

Inicialmente, Moraes não quis responder. Depois, disse que revelar como foi feito o monitoramento atrapalharia a investigação. O interino admitiu que o grupo era desorganizado, planejava aprender artes marciais a 15 dias da Olimpíada e comprar armas pela internet.

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