Primeiro debate com candidatos ao governo de São Paulo tem Doria como alvo principal

Os candidatos ao governo de São Paulo fizeram um debate - organizado pela TV Bandeirantes - em alta temperatura ontem; nenhum candidato foi poupado pelo adversário e muita 'roupa suja' foi lavada ao vivo, diante dos telespectadores; Doria foi o mais 'atacado'; ouviu sobre sua 'farinata' e sobre sua renúncia - e promessas de que não iria renunciar -, entre muitos outras críticas diretas; Temer foi mencionado como 'ataque' entre os candidatos, já que é o nome mais tóxico das eleições

Primeiro debate com candidatos ao governo de São Paulo tem Doria como alvo principal
Primeiro debate com candidatos ao governo de São Paulo tem Doria como alvo principal (Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil)

247 - Os candidatos ao governo de São Paulo fizeram um debate - organizado pela TV Bandeirantes - em alta temperatura ontem. Nenhum candidato foi poupado pelo adversário e muita 'roupa suja' foi lavada ao vivo, diante dos corajosos telespectadores. Doria foi o mais 'atacado'. Ouviu sobre sua 'farinata' e sobre sua renúncia - e promessas de que não iria renunciar -, entre muitos outras críticas diretas. Temer foi mencionado como 'ataque' entre os candidatos, já que é o nome mais tóxico das eleições. 

"Principal alvo de adversários, João Doria (PSDB) adotou tom linha dura na segurança pública no primeiro debate entre candidatos a governador de SP, na Bandeirantes, nesta quinta-feira (16). 'Resumo com uma frase: polícia na rua e bandidos na cadeia', disse o tucano. Ele planeja levar a Rota, grupo de elite da Polícia Militar, para o interior. Já nos primeiros minutos, Marcelo Cândido (PDT), Márcio França (PSB) e Luiz Marinho (PT) exploraram pontos fracos de Doria, da farinata na merenda escolar, à renúncia da Prefeitura de São Paulo e o rótulo de marqueteiro. 

'Você disse 43 vezes que não renunciaria', disse o governador França a Doria, em referência a reportagem da Folha. "Eu não mudei de ideia, faço política porque gosto, não traio meus amigos e, acima de tudo, não traio o povo", afirmou o governador. Doria pediu direito de resposta, mas lhe foi negado. Usando linguajar escolar, a professora Lisete Arelaro (PSOL) disse que o tucano 'assumiu um compromisso e não cumpriu. Ele está em fase de recuperação'. Presidente licenciado da Fiesp (federação de indústrias do estado), Paulo Skaf (MDB), que disputa com Doria o eleitorado de direita, criticou a gestão na segurança do governo paulista, há 24 anos comandado pelo PSDB.

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