'PSDB pode acabar sem impeachment e sem discurso'

Colunista Bernardo Mello Franco ressalta as declarações do líder do PSDB na Câmara, Carlos Sampaio, em defesa de Eduardo Cunha (PMDB) e o pedido "recorta e cola" de Hélio Bicudo pelo impeachment de Dilma Rousseff, e conclui: ‘Para os tucanos, a aliança com o correntista suíço é uma estratégia de alto risco’; segundo ele, nos últimos anos, o PSDB, de Aécio Neves, pediu votos pregando a ética na política; “Ao abraçar Cunha, pode acabar sem impeachment e sem discurso para as próximas eleições”, diz 

Colunista Bernardo Mello Franco ressalta as declarações do líder do PSDB na Câmara, Carlos Sampaio, em defesa de Eduardo Cunha (PMDB) e o pedido "recorta e cola" de Hélio Bicudo pelo impeachment de Dilma Rousseff, e conclui: ‘Para os tucanos, a aliança com o correntista suíço é uma estratégia de alto risco’; segundo ele, nos últimos anos, o PSDB, de Aécio Neves, pediu votos pregando a ética na política; “Ao abraçar Cunha, pode acabar sem impeachment e sem discurso para as próximas eleições”, diz 
Colunista Bernardo Mello Franco ressalta as declarações do líder do PSDB na Câmara, Carlos Sampaio, em defesa de Eduardo Cunha (PMDB) e o pedido "recorta e cola" de Hélio Bicudo pelo impeachment de Dilma Rousseff, e conclui: ‘Para os tucanos, a aliança com o correntista suíço é uma estratégia de alto risco’; segundo ele, nos últimos anos, o PSDB, de Aécio Neves, pediu votos pregando a ética na política; “Ao abraçar Cunha, pode acabar sem impeachment e sem discurso para as próximas eleições”, diz  (Foto: Roberta Namour)
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247 – O colunista Bernardo Mello Franco ressaltou as declarações do líder do PSDB na Câmara, Carlos Sampaio, em defesa de Eduardo Cunha (PMDB). "Enquanto o presidente dessa Casa não renunciar, ele tem a legitimidade e a prerrogativa de tomar as decisões", disse o tucano.

Também comentou os exageros do pedido "recorta e cola" de Hélio Bicudo pelo impeachment de Dilma Rousseff: “O documento cita 16 vezes a palavra corrupção. Apesar disso, os líderes da oposição aceitaram entregá-lo ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha, acusado de embolsar dinheiro desviado da Petrobras”.

E concluiu: ‘Para os tucanos, a aliança com o correntista suíço é uma estratégia de alto risco’; segundo ele, nos últimos anos, o PSDB, de Aécio Neves, pediu votos pregando a ética na política; “Ao abraçar Cunha, pode acabar sem impeachment e sem discurso para as próximas eleições”, diz (leia mais).

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