Reinaldo é a primeira voz na mídia a pregar golpe dos militares contra Bolsonaro

Diante do escândalo das candidaturas laranjas do PSL, que derrubou Gustavo Bebianno, o jornalista Reinaldo Azevedo defendeu nesta segunda-feira, 18, que a ala militar do governo execute um golpe contra o presidente Jair Bolsonaro para "neutraliza-lo" e salvar o seu mandato; "Bolsonaro só tem salvação se virar laranja do próprio governo. Os generais que se encarreguem. Medida essencial para tanto é fazer ao longo do ano uma faxina na Esplanada dos Ministérios, com a demissão de todos aqueles que exibem sinais evidentes de demência política", diz o jornalista

Reinaldo é a primeira voz na mídia a pregar golpe dos militares contra Bolsonaro
Reinaldo é a primeira voz na mídia a pregar golpe dos militares contra Bolsonaro

247 - O jornalista Reinaldo Azevedo defendeu nesta segunda-feira, 18, que, diante do escândalo das candidaturas laranjas do PSL que resultou na demissão do ministro Gustavo Bebianno, os militares do governo executem um golpe contra o presidente Jair Bolsonaro para "neutraliza-lo" e salvar o seu mandato. 

"A tal "velha política", expressão frequentemente empregada por vigaristas e cretinos, e os militares terão de se juntar para neutralizar o presidente da República, num esforço de salvar o seu mandato", diz Reinaldo em seu blog na Rede TV. 

"Bolsonaro só tem salvação se virar laranja do próprio governo. Os generais que se encarreguem. Medida essencial para tanto é fazer ao longo do ano uma faxina na Esplanada dos Ministérios, com a demissão de todos aqueles que exibem sinais evidentes de demência política", acrescenta o jornalista. 

Reinaldo afirma que o clã Bolsonaro não tem apreço pelas instituições, o que ficou novamente demonstrado com saída de Gustavo Bebianno. "É claro que não há como Bebianno continuar. Se fica, corre o risco de não lhe servirem nem mesmo um café no Palácio do Planalto. Não há dúvida de que o PSL, sob o seu comando, fez lambança com a verba do Fundo Eleitoral, que é dinheiro público. Mas é preciso que um presidente da República seja estupidamente irresponsável para dar ao problema a dimensão de uma crise política", diz ele. 

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