Relatório aponta que governo Temer censura imprensa e liberdade de expressão

Jornalista e escritor Pedro Zambarda destaca que um relatório do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC) aponta que em pouco mais de um ano doe governo Michel Temer foram contabilizados 70 casos de censura à imprensa e liberdade de expressão no Brasil divididos em sete categorias; "A novidade, agora contabilizada e criticada no levantamento, é o desmonte da comunicação pública, culminando na censura em redes sociais e cerceamento dos direitos de expressão de servidores públicos", e na "repressão de manifestações artísticas", diz

Jornalista e escritor Pedro Zambarda destaca que um relatório do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC) aponta que em pouco mais de um ano doe governo Michel Temer foram contabilizados 70 casos de censura à imprensa e liberdade de expressão no Brasil divididos em sete categorias; "A novidade, agora contabilizada e criticada no levantamento, é o desmonte da comunicação pública, culminando na censura em redes sociais e cerceamento dos direitos de expressão de servidores públicos", e na "repressão de manifestações artísticas", diz
Jornalista e escritor Pedro Zambarda destaca que um relatório do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC) aponta que em pouco mais de um ano doe governo Michel Temer foram contabilizados 70 casos de censura à imprensa e liberdade de expressão no Brasil divididos em sete categorias; "A novidade, agora contabilizada e criticada no levantamento, é o desmonte da comunicação pública, culminando na censura em redes sociais e cerceamento dos direitos de expressão de servidores públicos", e na "repressão de manifestações artísticas", diz (Foto: Paulo Emílio)

247 - O jornalista e escritor Pedro Zambarda destaca em sua página no Facebook que um relatório do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC) aponta que em pouco mais de um ano doe governo Michel Temer foram contabilizados 70 casos de censura à imprensa e liberdade de expressão no Brasil. Segundo o FNDC, foram contabilizados 70 casos divididos em sete categorias.

"A novidade, agora contabilizada e criticada no levantamento, é o desmonte da comunicação pública, culminando na censura em redes sociais e cerceamento dos direitos de expressão de servidores públicos", ressalta. "Já a repressão de manifestações artísticas ganharam força recentemente com o caso do Museu de Arte Moderna (MAM) e outros protestos que envolveram a classe ao longo deste ano", completa Zambarda.

"O conjunto das violações comprova que práticas de cerceamento à liberdade de expressão que, já ocorriam no Brasil (...), encontraram um ambiente propício para se multiplicar após a chegada de Michel Temer ao poder, por meio de um golpe parlamentar-jurídico-midiático, que resultou na multiplicação de protestos", disse o FNDC por meio de nota.

Como exemplo, Zambarda destaca o desmonte da comunicação pública no Brasil. "Maior braço midiático do governo, agregando a Agência Brasil e a TV Brasil, a Empresa Brasil de Comunicação (EBC) sofreu um desmonte entre 2016 e 2017. Com a nomeação de Laerte Rimoli para sua presidência, a entidade interrompeu a gestão do jornalista Ricardo Melo que teria quatro anos de duração. Conhecido por postagens antipetistas e críticas à respeito da ex-presidente Dilma, Rimoli foi diretor de comunicação da Câmara dos Deputados a pedido do próprio Eduardo Cunha".

"A briga política entre os dois jornalistas também se dá porque a gestão Laerte Rimoli dissolveu instâncias internas da EBC que garantiam sua relevância como veículo de comunicação público. Diminuindo a influência do grupo midiático do governo, Michel Temer aumentou o investimento em publicidade na grande mídia, especialmente os grupos Globo, Abril, Folha e Estado, uma prática que estava sendo alterada por Dilma Rousseff", ressalta o jornalista.

 

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